O fazer historiográfico digital e a perspectiva de trabalho do Repositório Digital Tatu, Unipampa-Bagé (RS)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15448/1980-864X.2026.1.46745

Palavras-chave:

História Digital da Educação, fazer historiográfico, repositórios digitais

Resumo

Este artigo tem como objetivo discutir as possibilidades, potencialidades e limitações do fazer historiográfico em pesquisas que utilizam acervos digitais tendo como escopo o trabalho desenvolvido no Repositório Digital Tatu, iniciativa executada pelo Grupo de Pesquisa em História da Educação, Repositórios Digitais e Acervos Históricos (PHERA), da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), campus Bagé (RS). O texto parte, então, de problematizações necessárias sobre as novas perspectivas de interpretação do fazer historiográfico vinculadas ao campo digital, reforçando a importância de estratégias de digitalização e divulgação realizadas por meio de repositórios digitais; por fim, discutirá as possibilidades de trabalho para o historiador a partir de repositórios digitais por meio de relatos de experiência coletados em uma pesquisa nacional, realizada por meio de formulário digital. Preliminarmente, argumenta-se sobre a importância de problematizações sobre novos rumos e possibilidades do fazer historiográfico, tendo como campo de estudos a História Digital da Educação, e que representam um potencial objeto de pesquisa e investigação, que, com rigor científico e metodológico, frutificam a atuação do pesquisador da História da Educação.

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Biografia do Autor

Alessandro Carvalho Bica, Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Bagé, Rio Grande do Sul, Brasil.

Professor Associado da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) na área de Educação desde outubro de 2007. Doutor em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2014), mestre em Educação (2006) e licenciado em História (1997) pela Universidade Federal de Pelotas; Diretor da Unipampa, Campus Bagé (Gestão 2021-2025); docente permanente no Programa de Mestrado/Doutorado Acadêmico em Ensino (Unipampa/Bagé); sócio da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED) e membro do GT de História da Educação, Consultor da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (DAEB) INEP para avaliações em larga escala. Coordenador do Grupo de Pesquisa PORTAL DO BICENTENÁRIO (Região Sul) e Líder do Grupo de Pesquisa em História da Educação, Repositórios Digitais e Acervos Históricos (PHERA Unipampa/Bagé). Coordenador dos Projetos: Repositório Digital TATU (http://sistemas.bage.unipampa.edu.br/tatu) e Patrimônios Educativos, Instituições Educativas e Acervos Históricos e suas interfaces com Memórias Escolares e Culturas Escolares. Possui experiência e interesse nas seguintes áreas de pesquisa: História da Educação; Repositórios Digitais, Acervos Escolares/Históricos, Patrimônios Educativos/Escolares e Impressos Pedagógicos/Imprensa de Educação.

Simôni Costa Monteiro Gervasio, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil.

Doutora em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), 2024; mestre em Ensino pelo Programa de Pós-graduação em Ensino da Universidade Federal do Pampa (PPGMAE), 2019; especialista em Gestão e Orientação e Supervisão Escolar pela Faculdade Educacional da Lapa (FAEL), 2021; especialista em Educação e Diversidade Cultural pela Universidade Federal do Pampa (Unipampa), 2017; especialista em Educação e Diversidade Cultural pela Universidade Federal do Pampa (Unipampa), 2017; pedagoga (Licenciatura) pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), 2012; graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo (Bacharelado) pela Universidade da Região da Campanha (Urcamp), 2009.

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Publicado

2026-04-13

Como Citar

Carvalho Bica, A., & Costa Monteiro Gervasio, S. (2026). O fazer historiográfico digital e a perspectiva de trabalho do Repositório Digital Tatu, Unipampa-Bagé (RS). Estudos Ibero-Americanos, 52(1), e46745. https://doi.org/10.15448/1980-864X.2026.1.46745