Reflexão crítica versus esterilidade dogmática na Escola de Frankfurt
Palavras-chave:
Reflexão crítica, Escola de Frankfurt, comunicaçãoResumo
Desde uns 15 anos para cá, verifica-se um movimento de reavaliação do legado intelectual contido na crítica da indústria cultural proposta por Theodor Adorno. Apesar de pouco influente nos círculos mais amplos que se interessam sobre a matéria, surge com ele e para quem sabe ler uma nova chave de entendimento do conceito e sua respectiva abordagem. Dentre outros esforços, nos quais tentamos incluir o nosso, pode-se mencionar os de Deborah Cook, Heinz Steinert, Blanca Muñoz, Peter Hohendahl, Robert Witkin, Miriam Hansen e Dieter Prokop. Aparentemente não se inclui nessa tendência o trabalho “Teoria crítica da indústria cultural”, de Rodrigo Duarte. Durante muito tempo, essa teoria foi motivo de repetição mecânica, provocada por rituais acadêmicos, que levaram à sua completa reificação conceitual e esterilidade intelectual.Downloads
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Referências
DUARTE, Rodrigo. Teoria crítica da indústria cultural. Belo Horizonte: Editora da Ufmg, 2003.
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Publicado
2008-04-12
Como Citar
Rüdiger, F. (2008). Reflexão crítica versus esterilidade dogmática na Escola de Frankfurt. Revista FAMECOS, 11(23), 144–146. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/revistafamecos/article/view/3256
Edição
Seção
Resenha

