Inteligência artificial no ensino de História

ChatGPT e ditadura militar brasileira

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15448/1980-864X.2026.1.46780

Palavras-chave:

inteligência artificial, ensino de História, ditadura militar brasileira, ChatGPT

Resumo

Este artigo analisa o uso de inteligência artificial (IA) no ensino de História, focando especificamente no tema da ditadura militar brasileira. Através de um experimento comparativo utilizando três versões do ChatGPT – GPT 3.5, GPT 4o e um GPT customizado denominado “Professor de História” –, o estudo examina a capacidade desses modelos de linguagem em responder questões sobre esse passado sensível. O experimento realizado procurou avaliar não apenas a precisão e a objetividade, mas também possíveis vieses nas respostas geradas, discutindo as implicações éticas do uso de IAs no ensino de temas históricos sensíveis. Os resultados indicam que, embora as IAs demonstrem capacidade de fornecer informações básicas corretas, elas apresentam limitações significativas na análise crítica e contextualização histórica, reforçando a importância do papel do educador na mediação do uso dessas tecnologias no ensino de História.

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Biografia do Autor

Fernando Cauduro Pureza, Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa, Paraíba, Brasil

Doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor do Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Felipe Cittolin Abal, Universidade de Passo Fundo (UPF), Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil.

Doutor em História pela Universidade de Passo Fundo (UPF). Professor do Programa de Pós-Graduação em História e do Programa de Pós-Graduação em Direito na Universidade de Passo Fundo (UPF).

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Publicado

2026-05-20

Como Citar

Cauduro Pureza, F., & Abal, F. C. (2026). Inteligência artificial no ensino de História: ChatGPT e ditadura militar brasileira. Estudos Ibero-Americanos, 52(1), e46780 . https://doi.org/10.15448/1980-864X.2026.1.46780

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