Um imaginário ativo na cultura nacional

Autores

  • Muniz Sodré Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.15448/1980-3729.2009.40.6313

Palavras-chave:

Imaginário ativo, cultura nacional, cultos afro-brasileiros

Resumo

O texto aponta, dentre outras questões, que não há no Brasil ativos pesquisadores do imaginário. Talvez isso se deva à dificuldade em separar real de imaginário num país de longa tradição patrimonialista, pois, como bem se sabe, a cultura patrimonial apela fortemente para o imaginário da família ampliada em seu movimento de preservação e transmissão do capital. Ou esteja relacionado aos vários tipos de imaginário social que concorrem para constituir relações sociais originalíssimas no nível das formações populares. Isso faz com que o imaginário como substantivo esteja sempre demandando permanentemente algum esforço conceitual em nossa paragem.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Muniz Sodré, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia, mestre em Sociologia da Informação e Comunicação - Université de Paris IV (Paris-Sorbonne) e doutor em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e é Livre-Docente em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Downloads

Publicado

2009-12-21

Como Citar

Sodré, M. (2009). Um imaginário ativo na cultura nacional. Revista FAMECOS, 16(40), 23–27. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2009.40.6313

Edição

Seção

Comunicação e Cultura