¿Es posible que «el proceso revolucionario que estamos viviendo haya tenido un reflejo efectivo» en la danza?
DOI:
https://doi.org/10.15448/1980-864X.2026.1.48884Palabras clave:
25 de abril de 1974, ballet, antifascismo, Nueva Danza Portuguesa, Fundación Calouste GulbenkianResumen
En este artículo se pretende reflexionar sobre la relación entre la danza y el 25 de abril a través de una descripción detallada de diferentes episodios que marcaron la historia de la danza en Portugal entre los años sesenta y noventa. Con ello se pretende contribuir a un debate sobre historia cultural y periodización, proponiendo, en particular, que una comprensión precisa de la misma debe tener en cuenta otros marcos además de los de la historia política o económica, así como una periodización a largo plazo que busque vislumbrar continuidades más allá de las rupturas. Centrándose en cuatro momentos históricos —1975 (PREC), 1961 (inicio de las luchas de liberación en las entonces colonias portuguesas), 1984 (momento en que el país está a punto de entrar en la Comunidad Económica Europea), 1996 (período de abundancia que precede a la Expo 98)— y al interrelacionar la Historia de la Danza con la Historia Cultural y Social del país, el artículo propone una comprensión situada de la historia de la danza, relacionando estética y política. Propone, en particular, la necesidad de analizar las transformaciones culturales a medio y largo plazo y sugiere el establecimiento de marcadores específicos de estas para contraponerlos a los marcadores consensuados de la historia política y económica.
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