A intervenção cultural do discurso cinematográfico: os sentidos da ditadura militar no Brasil

Autores

  • Patricia Bandeira de Melo Fundação Joaquim Nabuco, de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.15448/1980-3729.2010.2.7544

Palavras-chave:

Trauma cultural, cinema, Ditadura militar

Resumo

Com a eclosão da ditadura militar em 1964, o silenciamento de vozes destoantes do poder firmou-se como regra. Diante da violência, grupos ligados à arte reagiram e tentaram, através do cinema, contar a história do país. A narrativa se construía a partir de roteiros reais: personagens eram tirados da vida para as telas. O drama foi perpetuado a partir de filmes produzidos durante e após o golpe. Após 40 anos, o cinema ainda revela significações da história que o discurso oficial se opunha, numa relação binária do bem contra o mal. Para compreensão desta construção discursiva, vamos analisar brevemente a produção do cinema relativa ao período.

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Biografia do Autor

Patricia Bandeira de Melo, Fundação Joaquim Nabuco, de Pernambuco

Pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco de Pernambuco

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Como Citar

Melo, P. B. de. (2010). A intervenção cultural do discurso cinematográfico: os sentidos da ditadura militar no Brasil. Revista FAMECOS, 17(2), 68–80. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2010.2.7544

Edição

Seção

Dossiê Ditadura