¿Quién le teme a Pombagira? Encrucijadas entre la actuación de Anitta en Año Nuevo y la subyugación de los cuerpos femininos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.15448/1980-3729.2026.1.49135%20

Palabras clave:

Año Nuevo, Comunicación organizacional, Religiones afrobrasileñas, Megaeventos, Rio de Janeiro

Resumen

Este artículo analiza la actuación de Anitta en la celebración de Año Nuevo de Copacabana de 2025, situada en el contexto de los megaeventos urbanos. A partir de una investigación cualitativa basada en el análisis documental y mediático de la cobertura periodística y de la repercusión pública del espectáculo, se examina cómo los encuadres morales producidos en torno a la presentación evidencian mecanismos simbólicos de control sobre los cuerpos femeninos. El análisis articula comunicación organizacional, estudios de género y religiosidad afrobrasileña, discutiendo las tensiones entre la lógica espectacular del Año Nuevo y las referencias culturales históricamente asociadas a esta
celebración en Rio de Janeiro.

 

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Biografía del autor/a

Roberto Vilela Elias, Universidad Estatal de Río de Janeiro, Río de Janeiro, RJ, Brasil.

Doctora en Comunicación (UERJ), Máster en Comunicación (UERJ), especialista en Política y Planificación Urbana (UFRJ) y licenciada en Ciencias Sociales (UFRJ), profesora suplente en la Facultad de Comunicación (UERJ) e investigadora asociada en (LACON/UERJ).

Ricardo Ferreira Freitas, Universidad Estatal de Río de Janeiro, Río de Janeiro, RJ, Brasil.

Doctor en Sociología (Universidad René Descartes), catedrático de la Facultad de Comunicación (UERJ), becario de Productividad en Investigación (CNPq) y Científico del Estado (FAPERJ).

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Publicado

2026-06-18

Cómo citar

Vilela Elias, R., & Ferreira Freitas, R. (2026). ¿Quién le teme a Pombagira? Encrucijadas entre la actuación de Anitta en Año Nuevo y la subyugación de los cuerpos femininos. Revista FAMECOS, 33(1), e49135 . https://doi.org/10.15448/1980-3729.2026.1.49135

Número

Sección

Industria Creativa