Medios y obesidad infantil: una discusión sobre el peso de las propagandas
DOI:
https://doi.org/10.15448/1980-3729.2014.1.14304Palabras clave:
Medios, Consumo, ObesidadResumen
Frente a la epidemia mundial de obesidad, Brasil amplió la atención en relación a la mala alimentación y al exceso de peso. La obesidad infantil preocupa, pues, además de ser factor de predisposición para serias comorbilidades, refleja los hábitos alimentarios inadecuados de las familias y de las comunidades. Los medios televisivos se consideran una compañía activa y mayoritaria en la edad infanto-juvenil, frente a los prolongados períodos que los niños asisten a la televisión. Varios estudios, y entre ellos una investigación realizada en la ciudad de Porto Alegre / RS, indican que las propagandas interfieren en las elecciones alimentarias de los niños. Este artículo tiene por objeto alertar sobre la importancia de la orientación a la población en cuanto al consumo adecuado de alimentos. Es de antemano anunciar: no se trata de la elección de un "villano", los medios tienen un compromiso educativo fundamental sobre los niños.Descargas
Citas
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