História de quatro "M"
DOI:
https://doi.org/10.15448/1980-3729.1998.9.3004Palavras-chave:
Comunicação, Midiologia, ArteResumo
E se qualquer sistema fosse uma obra de arte fracassada? E se o próprio fato de exprimir-se em geral, sem sujeito singular, dirigindo-se a todos, urbi et orbi, sem destinatário específico, nem lugar ou data, fosse a renúncia dissimulada à obra que poderia ter sido ou nascido se a teoria tivesse, conforme o conselho proustiano, conservado a “força de restringir-se a acompanhar uma impressão através dos seus estados sucessivos até se fixar na expressão”? Nesse caso, o aprendiz de teórico deveria, senão desistir dos gráficos, glossários, correlações e leis, ao menos seguir “o rastro que o mundo imprime em nós, o único real, autêntico”.Downloads
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Publicado
2008-04-10
Como Citar
Debray, R. (2008). História de quatro "M". Revista FAMECOS, 5(9), 15–27. https://doi.org/10.15448/1980-3729.1998.9.3004
Edição
Seção
Artigos




