Reflexões sobre o corpo “intimamente estranho” a partir do Diário de um corpo, de Daniel Pennac

Palavras-chave: Antropologia teológica. Corpo humano. Literatura. Daniel Pennac.

Resumo

Do ponto de vista da antropologia teológica, o corpo humano não é uma parte, mais ou menos descartável, do ser humano. Somos corpo. Esta realidade se expressa de modo literário no Diário de um corpo, do escritor francês Daniel Pennac. Por ser uma obra literária em nada devedora de uma
visão cristã (ao contrário), pode contribuir para uma abordagem o mais possível “isenta” de conclusões prévias. Nesta reflexão, importa captar como, e por que, a experiência corporal é imprescindível para a nossa autocompreensão.

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Referências

BORGES, Jorge Luis. Tlön, Uqbar, Orbis Tertius. In: Ficções. 10ª reimpr. Tradução Davi Arrigucci Jr. São Paulo: Cia. das Letras,

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LADARIA, Luis. Introdução à antropologia teológica. Tradução Roberto Leal Ferreira. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2007.

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PENNAC, Daniel. Diário de um corpo. Tradução Bernardo Ajzenberg. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.

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VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia filosófica. 12. ed. São Paulo: Loyola, 2014. Vol. I.

Publicado
2016-12-31