Jornalismo e ativismo na hipermídia: em que se pode reconhecer a nova mídia

  • Henrique Antoun Universidade Federal do Rio de Janeiro
Palavras-chave: Comunicação, jornalismo, hipermidia

Resumo

O presente artigo aborda a maneira pela qual canais de tv aberta veicularam o episódio da reunião minesterial da OMC (Organização Mundial de Comércio) ocorrida em 1999 e mostra como essa cobertura jornalística foi contestada pela emergência de uma nova mídia, o IMC (Independent Media Center) localizado principalmente na internet.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Henrique Antoun, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Referências

AMARAL, M.T. dʼ. (org.) Contemporaneidade e Novas Tecnologias. Rio de Janeiro: IDEA / Sete Letras, 1996.

______. O Homem sem Fundamentos.Rio de Janeiro: UFRJ [199-?].

ANTOUN, H. Nas Teias da Globalização. In: Veredas. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, ano 3, n. 25, 1998.

AUBENQUE, P. Le problème de lʼêtre chez Aristote. Paris: Vrin, 1974.

BAUMAN, Z. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: JZE, 1999.

BERARDI, F. Cyberpunk e mutazione. Genova: Costa e Nolan, 1994.

BRUNO, F. Do Sexual ao Virtual. São Paulo: Unimarco, 1997.

CANETTI, E. Massa e Poder. Brasília: UNB, 1986.

CANGUILHEM, G. La Connaissance de la Vie. Paris: P.U.F., 1952.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

DAWKINS, R. O Gene Egoísta. Belo Horizonte: Itatiaia, 1989.

DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo. Comentários sobre a sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.

DELEUZE, G. Conversações. Rio de Janeiro: Editora 34, 1992.

______. e GUATTARI, F. Mille Plateaux. Paris: Minuit, 1980.

DENNETT, D. C. A Perigosa Ideia de Darwin: a evolução e os significados da vida. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

______. Tipos de Mentes. Rumos a uma compreensão da consciência. Rio de Janeiro: Rocco, 1997.

DORIA, F. A. e DORIA, P. Comunicação: dos fundamentos à Internet. Rio de Janeiro: Revan, 1999.

FOUCAULT, M. As Palavras e as Coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1981.

GLEICK, J. Faster. Nova Iorque: Pantheon Books, 1999.

HABERMAS, J. Mudança Estrutural na Esfera Pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1986.

JOHNSON, S. Interface Culture: How new technology transforms the way we create and comunicate. New York: Harpper Collins, 1997.

KEHOE, B. P. Zen e a Arte da Internet. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

KELLY, K. Out of control. New York: Addison-Wesley, 1994.

KERCKHOVE, D. Connected intelligence. Toronto: Sommerville House, 1997.

LATOUR B. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica. Rio de Janeiro: Editora 34, 1994.

LÉVY, P. A Inteligência Coletiva. Por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998.

______. O que é o virtual?. Rio de Janeiro: Editora 34, 1996.

______. As Tecnologias da Inteligência. O futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.

MARX, K. Para a Crítica da Economia Política. São Paulo: Abril Cultural, 1982.

MATURANA, H. e VARELA, F. De Máquinas e Seres Vivos. Autopoiese – a organização do vivo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

MCLUHAN, M. Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem. São Paulo: Cultrix, 1969.

MURRAY, J. H. Hamlet on the holodeck, New York: Free Press, 1997.

NIETZSCHE, F. Genealogia da Moral. Um escrito polêmico. São Paulo: Brasiliense, 1987.

POSTER, M. The second media age. Cambridge, MA: Polity Press, 1995.

RAMONET, I. La tyrannie de la communication. Paris: Galilée, 1999.

RHEINGOLD, H. The New Interactivism: a manifesto for the information age. In: Voxcap Club Rheingold. New York: Voxcap, 1999.

______. The Virtual Community. Homesteading on the Electronic Frontier. New York: Harper Collins, 1993.

______. Tools for Thought. New York: Simon & Schuster, 1985.

RUSHKOFF, D. Playing the future. New York: Harper Collins, 1996.

SANTOS, M. Técnica, Espaço, Tempo. Globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo: Hucitec, 1996.

SERRES, M. O Monopólio da Fala. Rio de Janeiro: Vozes, 1974.

_______. Atlas. Paris: Julliard, 1994.

_______. Hermes IV. La Distribution. Paris: Minuit, 1977.

_______. La philosophie de Leibniz et ses modèles mathematiques. Paris: P.U.F., 1968.

_______. O Social Irradiado. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990.

STONE, A R. The war between desire and technology. Cambridge: MIT Press, 1995.

TURKLE, S. Life on the Screen. Identity in the age of the Internet. New York: Simon & Schuster, 1995.

VAZ, P. Agentes na Rede. In: Lugar Comum – Estudos de Mídia, Cultura e Democracia, Rio de Janeiro: NEPCOM, n. 7, 1999.

______. Globalização e Experiência de Tempo. In: Signos Plurais: Mídia, Arte e Cotidiano na Globalização, São Paulo: Experimento, 1997.

______. O Inconsciente Artificial. São Paulo: Unimarco, 1997.

VIRILIO, P. La Bombe Informatique. Paris: Galilée, 1998.

WERTHEIM, M.The pearly gates of cyberespace. New York: Norton, 1999.

Publicado
2008-04-10
Como Citar
Antoun, H. (2008). Jornalismo e ativismo na hipermídia: em que se pode reconhecer a nova mídia. Revista FAMECOS, 8(16), 135-148. https://doi.org/10.15448/1980-3729.2001.16.3144
Seção
Mídia