Mujeres en lucha y educación de niños pequeños en una ocupación urbana

Perspectivas anticoloniales

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.15448/1984-7289.2023.1.42245

Palabras clave:

Infancia, Mujeres, Estudios anticoloniales, Ocupaciones urbanas, Educación infantil

Resumen

Partiendo de los campos teóricos de los estudios anticoloniales y de los estudios de la infancia, este artículo se basa en los testimonios de educadoras que viven en una ocupación urbana de Belo Horizonte para investigar las relaciones entre la lucha por la vivienda y el derecho a la educación infantil. Para ello, analizamos datos de una tesis doctoral que tuvo como espacio investigativo una guardería comunitaria en aquel territorio. Los resultados del estudio demuestran los siguientes aspectos: los cruces de la lucha feminista y el rol de la mujer en la reivindicación por los derechos de los niños; la singularidad presente en la oferta de educación infantil dentro de un contexto de ocupación urbana; y la relevancia de la mirada anticolonial para que se comprendan los procesos de reivindicación de derechos a los niños y a las mujeres en un movimiento social urbano.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Bárbara Ramalho, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil.

Doutora e mestra em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, MG, Brasil. Professora na mesma instituição.

Levindo Diniz Carvalho, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil.

Doutor e mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, MG, Brasil. Professor na mesma instituição.

Luciana Maciel Bizzotto , Faculdade de Educação da UFMG – Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

mestra em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil e doutora em Educação pela mesma instituição.

Citas

Balagopalan, Sarada. 2019. Why historicize rights-subjectivities? Children’s rights, compulsory schooling, and the deregulation of child labor in India. Childhood 26 (3): 304-20. https://doi.org/10.1177/0907568219856077. DOI: https://doi.org/10.1177/0907568219856077

Carvalho Silva, Hamilton H. de. 2018. A dimensão educativa da luta de mulheres por moradia no Movimento dos Trabalhadores Sem Teto de São Paulo. Tese em Educação, Universidade de São Paulo.

Castro, Lucia R. de, org. 2021. Infâncias do Sul Global: experiências, pesquisa e teoria desde a Argentina e o Brasil. Salvador: Edufba.

Castro, Lucia R. de. 2020. Why global? Children and childhood from a decolonial perspective. Childhood 27 (1): 48-62. https://doi.org/10.1177/0907568219885379. DOI: https://doi.org/10.1177/0907568219885379

Cruz, Mariana de M., e Natália A. da Silva. 2019. Intersections in subaltern urbanism: the narratives of women in urban occupations in Brazil. Environment and Planning C: Politics and Space 0 (0): 1-17. https://doi.org/10.1177/2399654419887969. DOI: https://doi.org/10.1177/2399654419887969

Fanon, Frantz. 1968. Os condenados da terra. São Paulo: Civilização Brasileira.

Federici, Silvia. 2019. O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. São Paulo: Elefante.

Franzoni, Julia, Natália Alves, e Daniela Faria. 2020. As bruxas da Izidora: feminismos e acumulação por despossessão. In Não são só quatro paredes e um teto: uma década de luta nas ocupações urbanas na região metropolitana de Belo Horizonte, organizado por Thiago Canettieri, Marina Sanders Paolinelli, e Clarissa Campos, 263-302. Belo Horizonte: Cosmópolis.

Freire, Paulo. 1974. Pedagogia do oprimido. Porto: Afrontamento.

Gobbi, Márcia, Cleriston Izidro dos Anjos, e Juliana D. Pito. 2020. Sediciosas formas de viver: crianças, arte e cozinha na luta pelo direito à moradia. Práxis Educacional 16 (40): 184-208. https://doi.org/10.22481/praxisedu.v16i40.6896. DOI: https://doi.org/10.22481/praxisedu.v16i40.6896

Gomes, Nilma L. 2021. O combate ao racismo e a descolonização das práticas educativas e acadêmicas. Revista de Filosofia: Aurora 33 (59): 435-54. https://doi.org/10.7213/1980-5934.33.059.DS06. DOI: https://doi.org/10.7213/1980-5934.33.059.DS06

Gouvêa, Maria Cristina S., Levindo Carvalho, e Isabel O. Silva. 2019. O protagonismo infantil no interior de movimentos sociais contemporâneos no Brasil. Sociedad e Infancias (3): 21-63. https://doi.org/10.5209/soci.63525. DOI: https://doi.org/10.5209/soci.63525

Isaías, Thaís L. S. 2017. Mulheres em luta: feminismos e direito nas ocupações da Izidora. Dissertação em Direito, Universidade Federal de Minas Gerais.

Liebel, Manfred, org. 2012. Children’s Rights from below: cross-cultural perspectives. London: Palgrave Macmillan.

Liebel, Manfred. 2016. ¿Niños sin Niñez? Contra la conquista poscolonial de las infancias del Sur global. Millcayac: Revista Digital de Ciencias Sociales 3 (5): 245-72.

Lugones, Maria. 2014. Rumo a um feminismo descolonial. Estudos Feministas 22 (3): 935-52. https://doi.org/10.1590/S0104-026X2014000300013. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2014000300013

Mignolo, Walter. 2020. A geopolítica do conhecimento e a diferença colonial. Revista Lusófona de Educação 48: 187-224. https://doi.org/10.24140/issn.1645-7250.rle48.12.

Nascimento, Beatriz Débora P. S. 2019. Infância em ocupação urbana: reflexões sobre resiliência. Dissertação em Psicologia, Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Nieuwenhuys, Olga. 2013. Theorizing childhood(s): why we need postcolonial perspectives. Childhood 20 (1): 3-8. https://doi.org/10.1177/0907568212465534. DOI: https://doi.org/10.1177/0907568212465534

Oliveira, Assis da C. 2020. Juventudes indígenas: mobilizações por direitos em perspectiva descolonial. Tese em Direito, Universidade de Brasília (UnB).

Quijano, Aníbal. 2005. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais, organizado por Adgardo Lander, 227-78, Buenos Aires: Clacso.

Ramalho, Bárbara. 2019. A escola dos que (não são): concepções e práticas de uma educação (anti)colonial. Tese em Educação, Universidade Federal de Minas Gerais.

Ramalho, Bárbara, e Lúcia Helena A. Leite. 2020. Colonialidade da educação escolar. Revista Educação em Questão 58 (58): 1-23. https://doi.org/10.21680/1981-1802.2020v58n58ID22412. DOI: https://doi.org/10.21680/1981-1802.2020v58n58ID22412

Reynolds, Pamela, Olga Nieuwenhuys, e Karl Hanson. 2006. Refractions of children’s rights in development practice: a view from anthropology: introduction. Childhood 13 (3): 291-302. https://doi.org/10.1177/0907568206067476. DOI: https://doi.org/10.1177/0907568206067476

Rosemberg, Fúlvia, e Carmem Lúcia S. Mariano. 2010. A convenção internacional sobre os direitos da criança: debates e tensões. Cadernos de Pesquisa 40 (141): 693-728. https://doi.org/10.1590/S0100-15742010000300003. DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-15742010000300003

Rosemberg, Fúlvia. 2015. A cidadania dos bebês e os direitos de pais e mães trabalhadoras. In Creche e feminismo: desafios atuais para uma educação descolonizadora, organizado por Daniela Finco, Márcia Aparecida Gobbi, e Ana Lúcia Goulart de Faria, 163-184. Campinas: Edições Leitura Crítica.

Rufino, Luiz. 2021. Vence-demanda: educação e descolonização. Rio de Janeiro: Mórula.

Santos, Boaventura de S. 2007. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos Estudos (79): 71-94. https://doi.org/10.1590/S0101-33002007000300004. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-33002007000300004

Santos, Boaventura de S. 2008. A filosofia à venda, a douta ignorância e a aposta de Pascal. Revista Crítica de Ciências Sociais (80): 11-43. https://doi.org/10.4000/rccs.691. DOI: https://doi.org/10.4000/rccs.691

Silva, Maria Beatriz, e Lívia Vieira. 2020. Frequência escolar na educação infantil: percepções das famílias e dos profissionais da educação. Revista da Faeeba - Educação e Contemporaneidade 29 (60): 287-307. https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2020.v29.n60.p287-307. DOI: https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2020.v29.n60.p287-307

Teles, Maria Amélia de A. 2015. A participação feminista na luta por creches! In Creche e feminismo: desafios atuais para uma educação descolonizadora, organizado por Daniela Finco, Márcia Aparecida Gobbi, e Ana Lúcia Goulart de Faria, 21-34. Campinas: Edições Leitura Crítica.

Tonucci Filho, João Bosco M. 2017. Comum urbano: a cidade além do público e do privado. Tese em Geografia, Universidade Federal de Minas Gerais.

Vieira, Lívia Maria F., e Regina Lúcia C. de Melo. 1987. A creche comunitária ‘Casinha da Vovó’: prática de manutenção/prática de educação. Cadernos de Pesquisa (62): 60-78.

Wallerstein, Immanuel. 2005. Analisis de sistema-mundo: una introdución. México: Siglo 21.

Publicado

2023-04-19

Cómo citar

Ramalho, B., Diniz Carvalho, L., & Bizzotto , L. M. (2023). Mujeres en lucha y educación de niños pequeños en una ocupación urbana: Perspectivas anticoloniales. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 23(1), e42245. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2023.1.42245

Número

Sección

A infância urbana nas Ciências Sociais: problemáticas e desafios metodológicos