Tareas de lenguaje para el entrenamiento cognitivo en el envejecimiento típico y el deterioro cognitivo: revisión sistemática

Autores/as

  • Letícia Maria Kaspary Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), curso de Psicologia, Porto Alegre/RS, Brasil https://orcid.org/0000-0002-3861-0520
  • Fernanda Souza Espinosa Borges Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Escola de Humanidades, curso de Letras, Porto Alegre/RS, Brasil https://orcid.org/0000-0002-3559-8001
  • Mariana de Lima Amaral Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), curso de Medicina, Canoas/RS, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-5334-8199
  • Gustavo Silva da Rocha Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), curso de Psicologia, Porto Alegre/RS, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-7080-8839
  • Lilian Cristine Hübner Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Escola de Humanidades, Curso de Letras, PPG Letras – Linguística, Porto Alegre/RS, Brasil e Instituto de Geriatria e Gerontologia (IGG); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Brasil https://orcid.org/0000-0002-7876-2211

DOI:

https://doi.org/10.15448/1984-4301.2023.1.44274

Palabras clave:

Estimulación cognitiva, Lenguaje, Envejecimiento, Defecto cognitivo leve, Enfermedad de Alzheimer.

Resumen

El crecimiento de la población anciana há llevado a la búsqueda del mantenimiento y mejora del rendimiento cognitivo y la calidad de vida en el envejecimiento. Esta revisión busca verificar el impacto del entrenamiento cognitivo basado en el lenguaje en la cognición (lenguaje, memorias de trabajo, episódica y semántica y funciones ejecutivas) de personas mayores típicas, con deterioro cognitivo leve (DCL) y Enfermedad de Alzheimer (EA). Consultando las bases de datos PubMed, Embase, PsycINFO, Scopus y Web of Science, siguiendo los procedimientos PRISMA, se identificaron 408 artículos y, tras aplicar los criterios de exclusión, se seleccionaron 13. Los resultados indican que en dos estudios con adultos mayores sanos hubo mejoras em los constructos entrenados en los grupos experimentales; entre los estudios con ancianos neuroatípicos, seis verificaron mejor desempeño en las pruebas posteriores a la intervención. En los otros estudios, la mejora en los constructos cognitivos fue parcial o se verificó solo durante la prueba, no en el seguimiento. El entrenamiento cognitivo con énfasis en el linguaje demostró ser eficaz para la mejora cognitiva, tanto em poblaciones neurotípicas como en aquellas con DCL y EA. Los estudios aún no son concluyentes en cuanto a la duración total, la frecuencia e intensidad idónea del entrenamiento, la modalidad (online o presencial), así como sus beneficios en relación con el perfil de los participantes.

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Biografía del autor/a

Letícia Maria Kaspary, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), curso de Psicologia, Porto Alegre/RS, Brasil

Graduanda em Psicologia na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Bolsista de iniciação científica CNPq do Grupo de Estudos em Neurolinguística e Psicolinguística (GENP) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) no período de 2021-2022. Pesquisadora voluntária do Grupo de Estudos em Desenvolvimento e Saúde da UFCSPA.

Fernanda Souza Espinosa Borges, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Escola de Humanidades, curso de Letras, Porto Alegre/RS, Brasil

Graduanda em Letras na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Bolsista de iniciação científica do Grupo de Estudos em Neurolinguística e Psicolinguística (GENP) da PUCRS no período de 2020-2022.

Mariana de Lima Amaral, Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), curso de Medicina, Canoas/RS, Brasil.

Graduanda em Medicina na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Bolsista de iniciação científica do Grupo de Estudos em Neurolinguística e Psicolinguística (GENP) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) no período de 2021-2022.

Gustavo Silva da Rocha, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), curso de Psicologia, Porto Alegre/RS, Brasil.

Graduando em Psicologia na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Voluntário de iniciação científica do Grupo de Estudos em Neurolinguística e Psicolinguística (GENP) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) no período de 2021-2022.

Lilian Cristine Hübner, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Escola de Humanidades, Curso de Letras, PPG Letras – Linguística, Porto Alegre/RS, Brasil e Instituto de Geriatria e Gerontologia (IGG); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Brasil

Doutora em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora titular do Programa de Pós-graduação em Letras e do curso de Letras da Escola de Humanidades da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Pesquisadora do Instituto de Geriatria e Gerontologia (IGG) da PUCRS. Pesquisadora de Produtividade em Pesquisa do CNPq.

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Publicado

2023-11-22

Cómo citar

Kaspary, L. M., Souza Espinosa Borges, F., de Lima Amaral, M., Silva da Rocha, G., & Cristine Hübner, L. (2023). Tareas de lenguaje para el entrenamiento cognitivo en el envejecimiento típico y el deterioro cognitivo: revisión sistemática. Letrônica, 16(1), e44274. https://doi.org/10.15448/1984-4301.2023.1.44274

Número

Sección

PSICOLINGUÍSTICA E NEUROLINGUÍSTICA EM INTERFACES