A textura da justiça: sobre os limites do procedimentalismo contemporâneo
DOI:
https://doi.org/10.15448/1984-7289.2009.3.6896Palabras clave:
Reconhecimento, Teoria da justiça, Procedimentalismo, Filosofia políticaResumen
O texto tenta, num primeiro passo, mostrar que a textura intrínseca da justiça não consiste em bens distribuíveis, mas em relações sociais comumente aceitas que são constituídas por práticas perpassadas de conteúdo moral. Nessas práticas podem ser encontradas aquelas que definem o que significa tratar uma outra pessoa de forma razoável ou justa. Se este ponto de partida é convincente, então algumas consequências metodológicas sobre o conceito de justiça tem que ser tiradas e que são apresentados na segunda etapa: ao invés de construir um procedimento normativo que nos permite deduzir o conteúdo de justiça, temos de começar pela reconstrução das práticas sociais que nos informam sobre o respeito à justiça. O resultado será, tal como indicado em uma terceira etapa, a pluralização do nosso conceito de justiça, que inclui tanto princípios relevantes da justiça como há formas de relações sociais geralmente aceitas e apreciadas.Descargas
Los datos de descargas todavía no están disponibles.
Descargas
Publicado
2009-12-20
Cómo citar
Honneth, A. (2009). A textura da justiça: sobre os limites do procedimentalismo contemporâneo. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 9(3), 345–368. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2009.3.6896
Número
Sección
Artículos
Licencia
Derechos de autor 2016 Civitas - Revista de Ciências Sociais

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.





