Ética e infinito em Husserl
DOI:
https://doi.org/10.15448/1984-6746.2009.2.4727Palavras-chave:
Husserl. Fenomenologia. Ética. Infinito. Presente vivo.Resumo
Avaliar o alcance de seu próprio projeto fenomenológico sempre foi motivo de preocupação filosófica para Husserl. Talvez por isso, ele nunca tenha cessado de reformular seus conceitos e suas teorias, visando a um grau cada vez maior de profundidade. Tal interesse pelos limites da fenomenologia husserliana prossegue na atividade de seus intérpretes. Neste artigo, pretende-se apresentar e discutir algumas dessas leituras, procurando-se realçar que a estratégia de privilegiar componentes éticos para pensar os limites da fenomenologia de Husserl não constitui alternativa fecunda. A discussão deve privilegiar parâmetros ontológicos, a partir da abordagem de conceitos-chave corretamente selecionados, em especial os conceitos de infinito e de presente vivo.Downloads
Não há dados estatísticos.
Downloads
Publicado
2009-08-30
Como Citar
Onate, A. M. (2009). Ética e infinito em Husserl. Veritas (Porto Alegre), 54(2). https://doi.org/10.15448/1984-6746.2009.2.4727
Edição
Seção
Artigos





