La filosofía y la preocupación por su futuro: consideraciones a la luz de un (im)posible diálogo entre Eric Weil y Richard Rorty
DOI:
https://doi.org/10.15448/1984-6746.2026.1.48823Palabras clave:
Eric Weil, Richard Rorty, Futuro de la filosofia, Modernidad, Futuro de la democraciaResumen
El artículo aborda el tema del futuro de la filosofía a partir de los textos “El futuro de la filosofia”, de Eric Weil, y “La filosofía y el futuro”, de Richard Rorty. Se busca, por tanto, retomar los argumentos de estos autores en torno de una cuestión que ha inquietado a los filósofos de todos los tiempos, pero que hoy parece revestirse de una especial urgencia. Para ello, nos remitimos a los análisis de Rorty sobre la formulación moderna de la cuestión del futuro dentro del flujo temporal y las repercusiones que esto tiene para una filosofía que finalmente empieza a considerar el tiempo con seriedad. A continuación, tomamos la reflexión de Weil sobre la legitimación del ejercicio filosófico frente al cientificismo y el negacionismo. Por último, destacamos la convergencia entre Weil y Rorty, filósofos que, a partir de las nociones de diálogo y de conversación, nos permiten concluir que el futuro de la democracia se identifica en gran medida con el futuro de un mundo en el que el intercambio de argumentos sea siempre posible. En una palabra, el futuro de la filosofía tiene que ver, en esencia, con el futuro de la democracia como forma de vida social. En un contexto en el que esta última se encuentra directamente amenazada, la reflexión sobre la continuidad de las condiciones de la reflexión se vuelve imprescindible.
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