Da Religião do Sacrifício à Religião da Fraternidade

Autores

  • Luiz Carlos Susin PUCRS

Palavras-chave:

Religião. Sacrificio. Cristianismo. Renovação.

Resumo

Há uma relação entre religião e violência que consiste basicamente em sacralização da violência através da sublimação da mesma como sacrifício. Ora, o sacrifício está no coração de toda religião, de forma descarada nas religiões arcaicas e de forma metamorfoseada e mascarada na evolução histórica da religião. A Escritura testemunha as ambiguidades do sacrifício e o choque profético entre o sacrifício e a misericórdia. O Cristianismo, em sua fonte, é a superação radical do sacrifício, mas, ao longo da história, novas metamorfoses do sacrifício surgem no Cristianismo. É a volta às fontes e a renovação de sua experiência na confraternização universal, testada pelos excluídos, que legitimam a originalidade do Cristianismo e um sentido realmente cristão para a palavra sacrifício.

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Biografia do Autor

Luiz Carlos Susin, PUCRS

Capuchinho, doutor em Teologia e licenciado em Filosofia. Atualmente integra o Programa de Pós-graduação da Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. É membro do Comitê Editorial da Revista Internacional de Teologia Concilium, e Secretário Geral do Fórum Mundial de Teologia e Libertação.

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Como Citar

Susin, L. C. (2010). Da Religião do Sacrifício à Religião da Fraternidade. Teocomunicação, 40(3). Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/teo/article/view/8157

Edição

Seção

Artigos Livres