O homem e a liberdade em Plotino
Palabras clave:
Enéadas, Liberdade, Plotino, Hênosis.Resumen
Este artigo versa sobre o problema do homem e da liberdade em Plotino, baseado nas Enéadas. O filósofo licopolitano defende, como Platão, a preexistência da alma e, ao mesmo tempo, a liberdade de escolha entre o bem e o mal. O grau máximo de liberdade está na hênosis, isto é, na união mística, pelo êxtase, com o Uno. O autor também mostra que Plotino é panenteísta. Deus é chamado de “causa sui”, o que significa que o Uno é o que quer ser e não pode ser diferente. Nas considerações finais, destaca-se Plotino como homem que serve de exemplo em busca da transcendência, em nosso mundo antimetafísico. PALAVRAS-CHAVE: Enéadas. Liberdade. Plotino. Hênosis.Descargas
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Publicado
2008-11-28
Cómo citar
Ullmann, R. A. (2008). O homem e a liberdade em Plotino. Teocomunicação, 38(160). Recuperado a partir de https://revistaseletronicas.pucrs.br/teo/article/view/4488
Número
Sección
Artículos




