Nietzsche, Aurora e Crepúsculo do Mundo Verdadeiro em Rede
DOI:
https://doi.org/10.15448/1980-3729.1999.10.3030Palavras-chave:
Comunicação, filosofia, NietzscheResumo
Antes de entrar no assunto proposto por este texto, é relevante fazer algumas considerações. Na atualidade, o interesse acadêmico por estudos sobre o pensamento não predominante durante a Modernidade ultrapassa qualquer limitação relativa à posse do direito legitimado de pesquisar o homem e o mundo. Não há reserva de mercado quando o assunto é a reflexão sobre como o mundo deixou de revelar-se ao homem e passou a ser uma revelação feita pelo próprio homem para si mesmo. Quando a técnica permite a existência de uma dimensão virtual simultânea à sensibilidade do mundo, encontra-se um forte argumento para aliar a filosofia à comunicação, por exemplo, assim como a comunicação à sociologia ou à antropologia. No caso deste texto, assim como de todos os que já escrevi anteriormente nesta publicação, nascem da perspectiva de uma fronteira entre autores da filosofia com atores da comunicação.

