Um esplendor infinitamente arruinado: por uma conceituação da pobreza e breves comentários sobre a obra de Murilo Rubião
Palabras clave:
urilo Rubião, Georges Bataille, pobreza, dádiva.Resumen
O trabalho visa conceituar o termo pobreza tendo como principal noção teórica subjacente os escritos de Georges Bataille em relação à necessidade da paridade na economia ocidental, assim como o imperativo em desarticulá-la para a obnubilação da esterelidade, i.e., a criação. A partir de então, analisar-se-ão quatro contos de Murilo Rubião – colocando-os, ao final, em contraponto ao poema "A ingaia ciência", de Carlos Drummond de Andrade – para anotar como, ao contrário do poeta, o contista não adota uma postura melancólica frente à inexistência da dádiva a partir da constituição, em seus escritos, de um esplendor infinitamente arruinado, conforme o conceito de Bataille.Descargas
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Publicado
2014-05-31
Cómo citar
Magalhães Santos, J. G. D. (2014). Um esplendor infinitamente arruinado: por uma conceituação da pobreza e breves comentários sobre a obra de Murilo Rubião. Letrônica, 6(2), 847–862. Recuperado a partir de https://revistaseletronicas.pucrs.br/letronica/article/view/14019
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