Um registro do diário íntimo de Frida Kahlo analisado sob uma perspectiva semiológica enunciativa

  • Claudia Stumpf Toldo
  • Romeu Carletto
Palavras-chave: Frida Kahlo, Diário, Signo, Língua, Enunciação.

Resumo

Este é um estudo que se propõe a analisar um registro do diário íntimo que a pintora Frida Kahlo produziu nos últimos dez anos de sua vida. Para sua análise, apoiamo-nos na perspectiva enunciativa da linguagem, tendo como suporte o texto Semiologia da Língua (1969), escrito pelo linguista da enunciação Émile Benveniste. Nesse texto o autor defende a ideia de que toda semiologia de sistema não linguístico recorre à língua para sua interpretação, já que essa “não pode existir senão na e pela semiologia da língua” (BENVENISTE, 1989, p. 61). A língua é o interpretante de todos os sistemas, os linguísticos e os não-linguísticos. Este trabalho objetiva, portanto, através da análise do corpus, evidenciar que a língua é o único sistema capaz de interpretar a si mesmo e interpretar os demais sistemas de signos.

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Biografia do Autor

Claudia Stumpf Toldo
Professora de Língua Portuguesa da Universidade de Passo Fundo, atuando junto ao curso de Letras e ao Programa de Pós-Graduação – Mestrado em Letras da mesma Universidade.
Romeu Carletto
Professor de Língua Espanhola nos cursos de Letras e Administração da Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu, em Dois Vizinhos/PR. Mestre em Letras – Estudos Linguísticos (UPF).
Publicado
2012-11-05
Como Citar
Stumpf Toldo, C., & Carletto, R. (2012). Um registro do diário íntimo de Frida Kahlo analisado sob uma perspectiva semiológica enunciativa. Letrônica, 5(2), 37-61. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/letronica/article/view/11277