Incontinencia urinaria en ancianos estrategia de salud familiar: prevalencia y factores de riesgo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.15448/2357-9641.2020.1.35971

Palabras clave:

atención primaria de salud, fuerza muscular, caminar actividad física, imagen corporal, accidentes por caídas.

Resumen

Objetivos: determinar la prevalencia de la incontinencia urinaria (IU) y su relación con aspectos socio demográficos, antropométricos, funcionales y clínicos en los ancianos de la Estrategia de Salud Familiar de Porto Alegre / RS (FHS / POA).

Métodos: Estudio analítico de corte transversal, recolectado prospectivamente en una muestra aleatoria (30 unidades FHS / POA). Se recopilaron datos socio demográficos, antropométricos y de salud, aplicando el Cuestionario de actividad física y de ocio de Minessota, el Mini examen del estado mental, la Escala de silueta de Stunkard (imagen corporal) y pruebas funcionales (Siéntate / Levantarse, fuerza de agarre). manual y velocidad de marcha).

Resultados: estudiamos a 575 ancianos (68.9 ± 7.1 años; mujeres = 64.35%) de los cuales 33.04% informaron IU (mujeres = 69.5%). Los factores de riesgo para la IU se estimaron como: puntuación más baja en el Mini-Examen (OR = 0.939; p = 0.033; IC 95% = 0.887– 0.955), presencia de deterioro cognitivo (OR = 1.625; p = 0.010; IC 95% = 1.351– 3.133), velocidad de marcha más lenta (OR = 1.160; p = 0.016; IC del 95% = 1.028– 1.309), puntaje de prueba Siéntate / Levantarse más bajo (OR = 0.013; p = 0.874; IC del 95% = 0.712-0.932). Las caídas, la actividad física, la satisfacción con la imagen corporal y la ingesta de medicamentos no se asociaron significativamente con la IU.

Conclusiones: en esta muestra, la prevalencia de IU fue alta, y la fuerza de las extremidades inferiores, la menor velocidad de marcha y el deterioro cognitivo se identificaron como factores de riesgo de incontinencia, todos modificables. 

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Biografía del autor/a

Vivian Ulrich, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, RS

Especialista em Atenção Geriátrica Integrada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS, Porto Alegre, RS, Brasil).

Raquel Rousselet Farias, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, RS

Especialista em Acupuntura pelo Centro Universitário Leão Sampaio de Juazeiro do Norte (UNILEÃO, Juazeiro do Norte, CE, Brasil).

Mara Regina Knorst, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, RS

Doutora em Gerontologia Biomédica, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS, Porto Alegre, RS, Brasil).

João Henrique Corrêa Kanan, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS

Doutor em Bioquímica e Biologia Molecular Aplicada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, Porto Alegre, RS, Brasil).

Thais de Lima Resende, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, RS

Doutora em Ciências da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS, Porto Alegre, RS, Brasil), professora da Escola de Ciências da Saúde e da Vida (PUCRS, Porto Alegre, RS, Brasil).

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Publicado

2020-06-09

Cómo citar

Ulrich, V., Farias, R. R., Knorst, M. R., Kanan, J. H. C., & Resende, T. de L. (2020). Incontinencia urinaria en ancianos estrategia de salud familiar: prevalencia y factores de riesgo. PAJAR - Pan-American Journal of Aging Research, 8(1), e35971. https://doi.org/10.15448/2357-9641.2020.1.35971

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