Characterization of living conditions among elderly people from long-term care institutions of a medium-sized municipality in northeastern Brazil

Keywords: aging, health profile, homes for the aged

Abstract

Objective: describe the sociodemographic, clinical and institutionalization profile of elderly people living in Long-Term Care Institutions. 
Methods: cross-sectional, documentary study, developed in five Long Stay Institutions for the Elderly in a municipality in the State of Ceará, Brazil. From July to September 2019, a form was used to identify these profiles in the medical records. Data were subjected to descriptive analysis. 
Results: of the total of 157 institutionalized elderly people, most were women (57.9%), aged between 71 and 80 years (42.1%), single (52.2%), illiterate (49%), income of a minimum wage (90.4%), with 1 to 4 children (34.4%). The clinical conditions found were severe uncorrected visual and/or hearing impairment (14.7%), rheumatic or neurological diseases that made it difficult to move the hands (16.6%), Diabetes Mellitus (18.5%), Alzheimer’s (14%) and Parkinson’s (0.6%). The continuous use of medication was identified in 87.9% of the elderly and 84.7% of them had no records of hospitalizations in the last 12 months. The main reason for institutionalization was the difficulty of family support (56%), the length of stay in the institution was between one and three years (42.1%) and 63.7% of the elderly received visits from family and friends. 
Conclusion: the profiles expressed in the research subsidize health care and social support needs for institutionalized elderly.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Vanessa Macêdo Cruz Cordeiro de Morais, Universidade Regional do Cariri (URCA), Crato, CE, Brasil.

Mestre em Saúde da Família pela Rede Nordeste de Formação em Saúde da Família (RENASF), nucleadora Universidade Regional do Cariri (URCA), em Crato, CE, Brasil. Enfermeira assistencial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) do Hospital Universitário Júlio Bandeira (HUJB), em Cajazeiras, PB, Brasil.

Antonio Germane Alves Pinto, Universidade Regional do Cariri (URCA), Crato, CE, Brasil.

Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), em Fortaleza, Ceará, Brasil. Professor da Universidade Regional do Cariri (URCA), em Crato, CE, Brasil.

Estelita Lima Cândido, Universidade Federal do Cariri (UFCA), Barbalha, CE, Brasil.

Doutor em Biotecnologia pela Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO) com pós-doutorado em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), em Santo André, SP, Brasil. Professora da Universidade Federal do Cariri (UFCA), em Barbalha, CE, Brasil.

Milena Silva Costa, Universidade Federal do Cariri (UFCA), Barbalha, CE, Brasil.

Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa, PB, Brasil. Professora na Universidade Federal do Cariri (UFCA), em Barbalha, CE, Brasil.

Adriana de Alencar Gomes Pinheiro, Faculdade Paraíso do Ceará (FAP), Juazeiro do Norte, CE, Brasil.

Doutora em Psicologia pela Universidade de Fortaleza (Unifor), em Fortaleza, CE, Brasil. Professora no Centro Universitário Paraíso (UniFAP), em Juazeiro do Norte, CE, Brasil.

Evanira Rodrigues Maia, Universidade Federal do Cariri (UFCA), Barbalha, CE, Brasil.

Doutor em Enfermagem com pós-doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, CE, Brasil. Professora da Universidade Regional do Cariri (URCA), em Crato, CE, Brasil, e da Universidade Federal do Cariri (UFCA), em Barbalha, CE, Brasil.

Valeska Macêdo Cruz Cordeiro, Universidade Regional do Cariri (URCA), Crato, CE, Brasil.

Mestranda em Saúde da Família pela Rede Nordeste de Formação em Saúde da Família (RENASF), nucleadora Universidade Regional do Cariri (URCA), em Crato, CE, Brasil. Professora na Universidade Regional do Cariri (URCA), em Iguatu, CE, Brasil.

References

IBGE. [Internet]. [place unknown]: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; [2015]. Mudança demográfica no Brasil no início do século XXI. Subsídios para projeções da população; [citado em 13 out. 2019]. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9197-mudanca-demografica-no-brasil-no-inicio-do-seculo-xxi.html?=&t=o-que-e.

Schenker M, Costa DH. Avanços e desafios da atenção à saúde da população idosa com doenças crônicas na Atenção Primária à Saúde. Cien Saude Colet. 2019;24(4):1369-80. https://doi.org/10.1590/1413-81232018244.01222019.

Grou TC, Castro SS, Leite CF, Carvalho MT, Patrizzi LJ. Validação da versão brasileira do World Health Organization Disability Assessment Schedule 2.0 em idosos institucionalizados. Fisioter. Pesqui. 2021;28(1):77-87. https://doi.org/10.1590/1809-2950/20024628012021.

Brasil. Ministério da Saúde. Estatuto do Idoso. Brasília: Ministério da Saúde; 2013.

Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada- RDC n° 283, de 26 de setembro de 2005. Brasília: Ministério da Saúde; 2005.

Alcântara AO, Camarano AA, Giacomin KC. Política nacional do idoso: velhas e novas questões. Rio de Janeiro: Ipea; 2016.

Bertóglio CM, Krieger GP. Desafios para o cuidado digno em instituições de longa permanência. Rev. Bioét. 2016;24(2):395-406. http://dx.doi.org/10.1590/1983-80422016242140.

Poltronieri BC, Souza ER, Ribeiro AP. Violência e direito ao cuidado nas políticas públicas sobre instituições de longa permanência para idosos. Interface (Botucatu). 2019;23(1):e180124. https://doi.org/10.1590/interface.180124.

Schmidt A, Penna R A. Instituições Brasileiras para Idosos e Condições Psicológicas e Cognitivas de Residentes. Psicol., Ciênc. Prof. (Impr). 2021;41(4):e191768. https://doi.org/10.1590/1982-3703003191768.

IBGE. [Internet]. [place unknown]: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; [2010]. Censo Demográfico 2010; [citado em 12 set. 2019]. Disponível em: https://censo2010.ibge.gov.br/resultados.html.

Araújo Júnior FB, Machado ITJ, Santos-Orlandi AA, Pergola-Marconato AM, Pavarini SCI, Zazzetta MS. Fragilidade, perfil e cognição de idosos residentes em área de alta vulnerabilidade social. Cien Saude Colet. 2019;24(8):3047-56. https://doi.org/10.1590/1413-81232018248.26412017.

Sousa RCR, Araújo GKN, Souto RQ, Santos RC, Santos RC, Almeida LR. Factors associated with the risk of violence against older adult women: a cross-sectional study. Rev. Latino-Am. Enfermagem. 2021;29(1):e3394. https://doi.org/10.1590/1518-8345.4039.3394.

Perseguino MG, Okuno MFP, Horta ALM. Vulnerability and quality of life of older persons in the community in different situations of family care. Rev Bras Enferm. 2022;75(suppl. 4):e20210034. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2021-0034.

Güths JFS, Jacob MHVM, Santos AMPV, Arossi GA, Béria JU. Perfil sociodemográfico, aspectos familiares, percepção de saúde, capacidade funcional e depressão em idosos institucionalizados no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol. 2017;20(2):175-85. http://dx.doi.org/10.1590/1981-22562017020.160058.

Mocellin D, Aires M, Fuhrmann AC, Pizzol FLFD, Paskulin LMG. Responsabilidade filial: quais as atitudes dos filhos sobre a institucionalização dos pais idosos? Rev Gaúcha Enferm. 2019;40(1):e20180377. https://doi.org/10.1590/1983-1447.2019.20180377.

Araújo AM, Sousa TB, Bós AJG. Differences between the profiles of institutionalized elderly people and those on waiting lists and who do not want to be institutionalized. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol. 2016;19(1):105-18. https://doi.org/10.1590/1809-9823.2016.14175

Organização Mundial da Saúde. Relatório mundial de envelhecimento e saúde. Geneva: Organização Mundial da Saúde; 2015.

Menezes JNR, Santos ZMSA, Costa FJS, Andrade BG, Benevides LL. Condições sanitárias de idosos institucionalizados. Rev. Tendên. da Enferm. Profis. 2017;9(4):2301-05.

Caldas ALL, Sá SPC, Oliveira VC. Perceptions of pharmaceutical services among elderly people on polymedication. Rev Bras Enferm. 2020;73(5):e20190305. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2019-0305.

Ferreira RF, Frá BC, Caetano AR. Demandas assistenciais e gerenciais das instituições de longa permanência para idosos: uma revisão integrativa (2004-2014). Rev. Bras. Geriatr. Gerontol. 2017;20(2):286-99. http://dx.doi.org/10.1590/1981-22562017020.160053.

Barros RLM, Leal MCC, Marques APO, Lins MEM. Violência doméstica contra idosos assistidos na atenção básica. Saúde Debate. 2019;43(122):793-804. https://doi.org/10.1590/0103-1104201912211.

Lini EV, Portella M, Doring M. Fatores associados à institucionalização de idosos: estudo caso-controle. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol. 2016;19(6):1004-14. https://doi.org/10.1590/1981-22562016019.160043.

Watanabe HAW, Di Giovanni VM. Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI). BIS, Bol. Inst. Saúde. 2019;47(1):69-71.

Published
2022-08-23
How to Cite
Morais, V. M. C. C. de, Pinto, A. G. A., Cândido, E. L., Costa, M. S., Pinheiro, A. de A. G., Maia, E. R., & Cordeiro, V. M. C. (2022). Characterization of living conditions among elderly people from long-term care institutions of a medium-sized municipality in northeastern Brazil. PAJAR - Pan American Journal of Aging Research, 10(1), e42912. https://doi.org/10.15448/2357-9641.2022.1.42912