O urbanismo colonial e os símbolos do poder: o exemplo do Rio de Janeiro nos séculos XVII e XVIII
DOI:
https://doi.org/10.15448/1980-864X.1998.1.28196Resumo
O presente artigo analisa a experiência da cidade colonial do Rio de Janeiro, nos séculos XVII e XVIII. Interpreta seu urbanismo, e discute como a Coroa Portuguesa presidiu as tarefas de fortificação e criação de cidades no exterior, assim como fez ao longo de todo o esforço de conquista no exterior. Como o centro da administração política, a arrecadação de impostos, comércio e defesa na vasta região centro-sul do Luso-América, Rio de Janeiro foi o palco privilegiado para o exercício da dominação metropolitana sobre a colônia. Assim, através de um estudo do Rio de Janeiro, este artigo discute como a espacialidade física, social e política das cidades coloniais portuguesas na América eram uma expressão simbólica de poder real metropolitano, e também um espaço para o cruzamento e confronto de interesses dos representantes da Coroa Portuguesa e seus vassalos coloniais.Downloads
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Publicado
1998-12-31
Como Citar
Bicalho, M. F. B. (1998). O urbanismo colonial e os símbolos do poder: o exemplo do Rio de Janeiro nos séculos XVII e XVIII. Estudos Ibero-Americanos, 24(1), 31–57. https://doi.org/10.15448/1980-864X.1998.1.28196
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Artigos
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Copyright (c) 2017 Maria Fernanda B. Bicalho

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