Los amigos de la intertextualidad y Derrida
sobre discrepancias teórico-críticas en torno a retrospectivas genealógicas y apogeos teleológicos
DOI:
https://doi.org/10.15448/1984-7726.2025.1.46269Palabras clave:
Ideas fuera de lugar, Intertextualidad, Deconstrucción, Olgária Matos, Jacques DerridaResumen
El artículo retoma la querella de la crítica brasileña en torno al entendimiento de la literatura como construcción nacional versus su comprensión fuera del paradigma identitario. Encaminando una investigación de carácter filosófico, se enfoca en las recepciones de Olgária Matos a la interpelación de la metafísica de la presencia en Jacques Derrida. El objetivo es mostrar cómo, señalando la heterofilia derridiana, la filosofía política de la autora no solo profundiza nuestro conocimiento de tales desacuerdos—bien resumidos en una formulación irónica de Roberto Schwarz, la cual también será juzgada—sino que también apoya la corriente de pensamiento que desafía la tesis de la dependencia cultural que nos sería propia. La investigación se extiende a las tensiones teórico-críticas dentro del propio Departamento de Filosofía en el que trabaja la autora, un lugar simbólico afectado por la misma cuestión del lugar privativo de las ideas y acusado de ser francés. Se juega con la hipótesis de la sobredeterminación interminable de la Sociología sobre la Literatura y con el presupuesto propiamente intertextual de la influencia de los grandes escritores sobre sus propias fuentes. Además de las bases filosóficas señaladas, las referencias teóricas incluyen las nuevas críticas relacionadas con Derrida, a saber, las de los desconstruccionistas de Yale y las de los concretistas brasileños.
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