Identidades en tránsito: un análisis de la representación femenina en los cuentos “Los zapatos rojos” en las versiones de Andersen y Caio Fernando Abreu
DOI:
https://doi.org/10.15448/1984-7726.2019.4.33117Palabras clave:
Cuento clássico. Posmodernidad. Parodia. Representación femenina.Resumen
Este artículo pretende presentar un análisis comparativo sobre la representación femenina en los cuentos “Los zapatos rojos” de Hans Cristian Andersen y el cuento homónimo de Caio Fernando Abreu. Veremos cómo las historias, publicadas en diferentes momentos, representan y problematizan la condición de la mujer frente a conflictos e interdicciones socialmente impuestas. Analizaremos cómo la narrativa de Caio Fernando Abreu revitaliza y actualiza lo fantástico en la posmodernidad, especialmente cuando representa el desmoronamiento del sujeto, las identidades marcadas por el doble, el desvanecimiento de los afectos, entre otros temas del escenario contemporáneo.
Descargas
Citas
ABREU, Caio Fernando. Contos completos. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2018.
ANDERSEN, Hans Christian. Os sapatinhos vermelhos. Disponível em: http://www.4shared.com/file/60606773/b7a0e6cb/sapatinhos_vermelhos.html?s=1. Acesso em: 06 out. 2018. https://doi.org/10.5216/sig.v16i1.3751
BAUMAN, Z. Identidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
BOURDIEU, Pierre. O Poder simbólico. Trad. Fernando Tomaz. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
CAMARANI, Ana Luisa S. A literatura fantástica: caminhos teóricos. Araraquara: Cultura Acadêmica, 2014. https://doi.org/10.12957/abusoes.2015.20993
CALVINO, Ítalo. Contos fantásticos do século XIX: O fantástico visionário e o fantástico cotidiano. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos: mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números. 29. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.
CHIAMPI, I. O realismo maravilhoso: forma e ideologia no romance hispano-americano. São Paulo: Perspectiva, 1980. https://doi.org/10.5195/reviberoamer.1982.3719
COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil juvenil: das origens indo-europeias ao Brasil contemporâneo. 4. ed. rev. São Paulo: Ática, 2003.
COMPAGNON, A. Os cinco paradoxos da modernidade. Belo Horizonte: UFMG 2003.
DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário. Lisboa: Presença, 1989.
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1993.
HUTCHEON, Linda. Uma teoria da paródia: ensinamentos das formas de arte do século XX. Trad. de Tereza Louro Pérez. Lisboa: Edições 70, 1985.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
JAMERSON, F. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. 2. ed. São Paulo: Ática, 2006.
LEAL; B. S. Caio Fernando Abreu: A Metrópole e a Paixão do Estrangeiro. São Paulo: Annablume, 2002.
MARÇAL, Márcia R. A tensão entre o fantástico e o maravilhoso. Fronteira Z: Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária, São Paulo, n. 3, PUC-SP, 2009. https://doi.org/10.23925/1983-4373.2018i20p205-221
ROAS, David. A ameaça do fantástico: aproximações teóricas. Trad. Julián Fuks. São Paulo: Unesp, 2014.
SILVA, Antonia Marly M; Leite, Francisco G. Sob o domínio do duplo: um estudo comparativo de dois contos de Ignácio de Loyola Brandão. Estudos de literatura brasileira contemporânea, n. 54, p. 297-318, maio/ago. 2018. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/elbc/n54/2316-
-elbc-54-297.pdf. Acesso em: 5 jan. 2019. https://doi.org/10.1590/10.1590/2316-40185416
SOARES. Lívia Maria Rosa. Representações Femininas nos contos de fadas de Marina Colasanti. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Estadual do Piauí, Teresina, 2014.
VAGULA, Vânia K. B; SOUZA, Renata J. A morte na literatura infantil de Hans Christian Andersen. Revista Caderno Seminal Digital, ano 21, v. 1, n. 23, jan.-jun. 2015. https://doi.org/10.12957/cadsem.2015.14510
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2020 Letras de Hoje

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.




