Iluminescências blanchotianas: o grotesco, o grito
Palabras clave:
Blanchot, Escrita, GrotescoResumen
O texto pretende trazer a crítica do pensamento de Blanchot à ontologia fundamental de Heidegger e sua escrita da luminosidade. Para isso, recorre-se à escrita de Blanchot e sua incapacidade para ser medida a partir de uma métrica conceitual. A partir do que Blanchot denomina de grito tenta-se de superar a ontologia fundamental e a dialética, construindo uma escrita que rompa o que há de mais humano no homem, a linguagem. Também se procura traçar uma analogia desta descrita desafiadora com o que se convencionou chamar de grotesco na teoria estética, verificando como esta categoria permite, nas artes, a exemplo da escrita de Blanchot, escapar de uma estética da luminosidade.Descargas
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Publicado
2013-05-20
Cómo citar
Gloeckner, R. J. (2013). Iluminescências blanchotianas: o grotesco, o grito. Letras De Hoje, 48(2), 215–222. Recuperado a partir de https://revistaseletronicas.pucrs.br/fale/article/view/13066
Número
Sección
Dez anos sem Maurice Blanchot




