Da sensibilidade à consciência: o conhecimento morfológico e o modelo de Redescrição Representacional
Palabras clave:
e vai além da simples dicotomia implícito/explícito utilizada em trabalhos anteriores.Resumen
O presente trabalho é dedicado ao estudo do conhecimento morfológico de crianças falantes do Português Brasileiro e sua relação com os níveis de representação mental, tais como postulados pelo modelo de Redescrição Representacional (KARMILOFF-SMITH, 1992). Os dados consistem em formas regularizadas, mudanças de sufixos flexionais e inovações lexicais (formas morfológicas variantes), presentes na fala espontânea, e de três testes morfológicos, que envolvem derivação e flexão de palavras inventadas, extração de base de palavras inventadas e julgamento de palavras, bem como explicação metalinguística. O levantamento das respostas revela conhecimento que vai da sensibilidade – formas morfológicas variantes – à consciência linguística – testes morfológicos. Assim, os dados apontam para a plausibilidade de todos os diferentes níveis de representação durante o desenvolvimento. Em nossa opinião, este trabalho significa um primeiro passo em direção a uma explicação das representações mentais que subjazem tanto a compreensão quanto a produção do conhecimento morfológico e vai além da simples dicotomia implícito/explícito utilizada em trabalhos anteriores.Descargas
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Cómo citar
Lorandi, A., & Karmiloff-Smith, A. (2012). Da sensibilidade à consciência: o conhecimento morfológico e o modelo de Redescrição Representacional. Letras De Hoje, 47(1), 6–16. Recuperado a partir de https://revistaseletronicas.pucrs.br/fale/article/view/10590
Número
Sección
Linguagem e Cognição: interfaces entre Linguística, Psicologia e Neurociências




