Associativismo e Cannabis Medicinal

as limitações das alternativas no limite

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15448/1984-7289.2026.1.49200

Palavras-chave:

Associativismo, Cannabis Medicinal, Política de Drogas

Resumo

O associativismo é uma estratégia de mobilização e organização social, baseada na convergência entre ideais políticos e necessidades materiais. As associações de pacientes de cannabis medicinal (APCs) representam apenas um dos modelos de associativismo canábico, convergindo crítica antiproibicionista e necessidade de acesso a tratamentos com a planta. A partir de um estudo genealógico sobre as APCs na Paraíba, no Nordeste brasileiro, o presente artigo busca explicar como o componente crítico do associativismo cria as condições que possibilitam disputar e retrabalhar as fronteiras da arquitetura proibicionista, impulsionando políticas alternativas de regulação das drogas.

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Biografia do Autor

Luan do Nascimento Silva, Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), João Pessoa, PB, Brasil.

Doutor em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Pós-doutorando na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), João Pessoa, PB, Brasil,
com estágio de pesquisa na Universidade de Coimbra (UC), Coimbra, Portugal.

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Publicado

2026-08-13

Como Citar

Silva, L. do N. (2026). Associativismo e Cannabis Medicinal: as limitações das alternativas no limite. Civitas: Revista De Ciências Sociais, 26(1), e49200. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2026.1.49200

Edição

Seção

Sociologia das Drogas no Brasil, Uruguai e América Latina: fronteiras, legislações e sociabilidades