Asociativismo y Cannabis Medicinal
las limitaciones de las alternativas en el límite
DOI:
https://doi.org/10.15448/1984-7289.2026.1.49200Palabras clave:
Asociativismo, Cannabis Medicinal, Política de Drogas, Sociedad civilResumen
El asociativismo es una estrategia de movilización y organización social basada en la convergencia entre ideales políticos y necesidades materiales. Las asociaciones de pacientes de cannabis medicinal (APC) representan solo uno de los modelos de asociativismo cannábico, articulando la crítica antiprohibicionista con la necesidad de acceso a tratamientos con la planta. A partir de un estudio genealógico sobre las APC en Paraíba, en el Noreste brasileño, este artículo busca explicar cómo el componente crítico del asociativismo crea las condiciones de posibilidad para disputar y retrabajar las fronteras de la arquitectura prohibicionista, impulsando políticas alternativas de regulación de las drogas.
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