Reflexividade, foco e a vogal -i- do georgiano

João Paulo Lazzarini-Cyrino

Resumo


O presente trabalho analisa as estratégias de reflexivização do georgiano sob a luz da proposta de Hornstein (1999, 2001) de satisfação de papéis temáticos por movimento, explicando – assim – o sincretismo do morfema -i- presente nessas construções e em verbos inacusativos (anticausativos/médios e passivos da língua). Essa análise vai contra o senso comum de que o morfema -i- é um operador de valência verbal ou voz (cf. Nash, 2002), mostrando que, na verdade, trata-se da realização de uma cópia incorporada do argumento interno do verbo.


Palavras-chave


morfologia; sintaxe; reflexividade; sincretismo

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1984-4301.2015.2.20239

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