Mecanismo molecular subjacente à propriedade de cicatrização de feridas in vitro do Stryphnodendron adstringens (Mart.)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15448/1980-6108.2025.1.46171

Palavras-chave:

Polifenois, Cicatrização de Feridas., antioxidante, Antiinflamatórios

Resumo

Objetivo: Analisar o mecanismo do extrato hidroalcóolico de barbatimão na indução da cicatrização células dérmicas de fibroblastos (HFF-1), em um modelo in vitro.

Métodos: Foram estudadas aqui duas concentrações de barbatimão utilizadas em pomadas comerciais (B1 = 0,49 mg/mL; B2 = 0,99 mg/mL), e seus efeitos foram avaliados com os seguintes marcadores às 24 e 72 horas após a indução da ferida in vitro: (1) metabolismo oxidativo [oxidação do DNA, lipoperoxidação, carbonilação de proteínas, enzimas antioxidantes (superóxido dismutase, SOD; catalase, CAT; glutationa peroxidase, GPX)]; (2) citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, interleucina 6); (3) marcadores apoptóticos [caspase 3 (CASP3), CASP8, e fatores de crescimento:  de queratinócito (KGF) e de fibroblastos-1 (FGF-1)].

Resultados: O tratamento com ambas as concentrações mostrou diminuição nos marcadores pró-oxidantes, pró-inflamatórios e pró-apoptóticos, enquanto aumentava os níveis de antioxidantes e fatores de crescimento.

Conclusões:  O barbatimão atua por meio de um mecanismo pleiotrópico em cascata que envolve a modulação antioxidante, anti-inflamatória, anti-apoptótica e de migração/proliferação de fibroblastos. Nossos dados poderiam explicar o efeito e a importância do extrato de barbatimão nos mecanismos de cicatrização de feridas.

 

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Biografia do Autor

Neida Luiza Kaspary Pellenz , Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Doutora em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; mestra em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, SC, Brasil. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil.

Moisés Henrique Mastella, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil.

Doutor em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; mestre em Gerontologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil. Pós-doutorado em andamento na Universidade Estadual Paulista de Botucatu, SP, Brasil.

Verônica Farina Azzolin , Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil; Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FuNATI), AM, Brasil.

Doutora em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; com pósdoutorado em Gerontologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; mestra em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil. Pró-reitora de pesquisa na Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FuNATI), Manaus, AM, Brasil. Orientadora do PPG Gerontologia, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil.

Cibele Ferreira Teixeira, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Doutora em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; mestra em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS. Pesquisadora do Laboratório de Biogenômica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil.

Paula Köhler Carpilovsky, Universidade Franciscana (UFN), Santa Maria, RS, Brasil.

Graduada em Medicina na Universidade Franciscana (UFN), em Santa Maria, RS, Brasil.

Lucas Muller Brunelli, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria- RS, Brasil.

Graduando em Enfermagem na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil

Cristiane Köhler Carpilovsky, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Doutora em Educação em Ciências: química da vida e saúde pela Universidade Federal de Santa Maria
(UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; mestra em Educação Universidade Franciscana (UFN), em Santa Maria, RS, Brasil. Professora Associada do Departamento de Morfologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil.

Ijoni Hilda Costabeber, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Doutora em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela Universidad de Córdoba (UCO), em Córdoba, Espanha. Professora Associada do Departamento de Morfologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil.

Ivana Beatrice Mânica da Cruz, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Doutora Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegra, RS, Brasil; com pós-doutorado em Epidemiologia do Envelhecimento pela University of California (UCD), em Davis, CA, Estado Unidos; mestra em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegra, RS, Brasil. Professora Associada do Departamento de Morfologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil.

Marta Maria Medeiros Frescura Duarte, Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Torres, RS, Brasil.

Doutora em Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica) pela Universidade Federal de Santa Maria
(UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; mestra em Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil. Professora da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), em Torres, RS, Brasil.

Fernanda Barbisan, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil.

Doutora em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; com pós-doutorado em Gerontologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil; mestra em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil. Professora Adjunta do Departamento de Patologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria, RS, Brasil.

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Publicado

2025-02-07

Como Citar

Luiza Kaspary Pellenz , N., Henrique Mastella, M., Farina Azzolin , V., Ferreira Teixeira, C., Köhler Carpilovsky, P., Muller Brunelli, L., … Barbisan, F. (2025). Mecanismo molecular subjacente à propriedade de cicatrização de feridas in vitro do Stryphnodendron adstringens (Mart.). Scientia Medica, 35(1), e46171. https://doi.org/10.15448/1980-6108.2025.1.46171

Edição

Seção

Artigo de Pesquisa