Fenilcetonúria: do gene ao sintoma

Autores

  • Eurico Camargo Neto

Palavras-chave:

FENILCETONÚRIA, FENILALANINA HIDROXILASE, ERROS INATOS DO METABOLISMO DOS AMINOÁCIDOS, GENÓTIPO, FENÓTIPO, TRIAGEM NEONATAL, MUTAÇÃO, RETARDO MENTAL, PROGNÓSTICO

Resumo

A fenilcetonúria é uma entre as mais de 300 doenças hereditárias causadas por distúrbios celulares e é, clinicamente, a de maior prevalência entre os erros inatos do metabolismo de aminoácidos. Se não tratada precocemente pode provocar retardo mental irreversível, razão pela qual o dignóstico precoce, logo após o nascimento, é essencial para o sucesso do tratamento. Existe correlação entre a atividade enzimática e os parâmetros de diagnóstico de classificação das hiperfenilalaninemias pela análise do DNA complementar do gene que codifica a fenilalanina hdroxilase. Neste número, a Scientia Medica traz um artigo que estabelece a correlação genótipo-fenótipo em um grupo de pacientes do estado de Alagoas, a partir da análise de sete mutações pré-selecionadas. O estudo contribui de forma importante para o mapeamento da distribuição e da frequência de mutações da fenilalanina hidroxilase na população brasileira.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Eurico Camargo Neto

Doutor em Bioquímica. Responsável Técnico do Laboratório Nobel e do Centro de Triagem Neonatal, Porto Alegre, RS.

Publicado

2012-07-27

Como Citar

Neto, E. C. (2012). Fenilcetonúria: do gene ao sintoma. Scientia Medica, 22(2), 62–63. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/scientiamedica/article/view/11785

Edição

Seção

Editorial