Performance of the Oxford scale and of the manometric perineal biofeedback in the evaluation of stress urinary incontinence in climacteric women

  • Marília Martins Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ
  • Evelise Moraes Berlezi Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ
  • Daniela Zeni Dreher Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ
Keywords: women, climacteric, menopause, urinary incontinence, pelvic floor.

Abstract

Aims: To verify the efficiency of two methods for perineal muscle strength assessment – vaginal digital palpation using the modified Oxford scale and manometric perineal biofeedback – in the diagnosis of stress urinary incontinence in climacteric women.

Methods: The study population consisted of women aged 35 to 65 years (in the climacteric) enrolled at Family Health Strategy units in two southern Brazilian towns (Ijuí and Catuípe). The following inclusion criteria were used for sample selection: functional assessment of the urinary tract (history and physical examination) and continent women or women with stress urinary incontinence. The evaluation of pelvic floor functionality was performed by digitally palpating the vaginal and perineal muscles and measuring perineal pressure using manometric perineal biofeedback. The data were analyzed using IBM SPSS 18.0. The association between the degree of muscle strength and continence status was analyzed using the chi-square test. The perineal pressure mean values, based on the degree of muscle strength, were calculated by the Mann-Whitney test for independent samples. A p value ≤0.05 was considered statistically significant.

Results: The study included 50 women – 28 (56%) with urinary continence and 22 (44%) with stress urinary incontinence. No statistically significant association was observed between the degree of muscle strength and urinary continence status (p = 0.96). No statistically significant difference was found in the comparison of the perineal pressure mean values of continent and incontinent women. A positive predictive value of 93% was obtained with manometric perineal biofeedback, but its accuracy was as low as 46% whereas that of the modified Oxford scale was 54%.

Conclusions: Neither of the methods used to assess the functionality of the pelvic floor muscles – Oxford scale and manometric perineal biofeedback – when used separately, were conclusive regarding the diagnosis of stress urinary incontinence in climacteric women.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Marília Martins, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ
Fisioterapeuta, graduada pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ. Mestranda do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Atenção Integral à Saúde – Unicruz/Unijuí.
Evelise Moraes Berlezi, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ

Fisioterapeuta, Doutora em Gerontologia Biomédica, docente do Departamento de Ciências da Vida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUI. Docente do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Atenção Integral à Saúde – Unicruz/Unijuí e em Gerontologia-UFSM. Coordenadora do projeto “Envelhecimento Feminino". Lider do Grupo de Pesquisa em envelhecimento humano/Unijuí.

Daniela Zeni Dreher, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ
Fisioterapeuta, Mestre em Engenharia de Produção, docente do Departamento de Ciências da Vida da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUI.

References

Guarasi T. Incontinência urinária em mulheres climatéricas: estudo epidemiológico, clínico e urodinâmico [Tese]. Campinas, SP: Universidade Estadual de Campinas; 2000.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual de Atenção à Mulher no Climatério / Menopausa. Brasília: MS; 2008. Série A. Normas e Manuais Técnicos Série Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos – Caderno, n.9.

Prior JC. Perimenopause: the complex endocrinology of the menopausal transition. Endocr Rev. 1998 Aug;19(4):397-428. http://dx.doi.org/10.1210/edrv.19.4.0341

Abrams P, Andersson KE, Birder L, Brubaker L, Cardozo L, Chapple C, Cottenden A, Davila W, de Ridder D, Dmochowski R, Drake M, Dubeau C, Fry C, Hanno P, Smith JH, Herschorn S, Hosker G, Kelleher C, Koelbl H, Khoury S, Madoff R, Milsom I, Moore K, Newman D, Nitti V, Norton C, Nygaard I, Payne C, Smith A, Staskin D, Tekgul S, Thuroff J, Tubaro A, Vodusek D, Wein A, Wyndaele JJ; Members of Committees; Fourth International Consultation on Incontinence. Fourth International Consultation on Incontinence Recommendations of the International Scientific Committee: Evaluation and treatment of urinary incontinence, pelvic organ prolapse, and fecal incontinence. Neurourol Urodyn. 2010;29(1):213-40. http://dx.doi.org/10.1002/nau.20870

Sociedade Brasileira de Urologia. Segura Aí. I Campanha de Conscientização sobre Incontinência Urinária [Internet]. 2014. [capturado em 2014 set 28]. Disponível em: http://www.incontinenciaurinaria.com.br/index.html

Sapsford R. Rehabilitation of pelvic floor muscles utilizing trunk stabilization. Man Ther. 2004 Feb;9(1):3-12. http://dx.doi.org/10.1016/S1356-689X(03)00131-0

Resende APM, Stüpp L, Bernardes BT, Franco GR, Oliveira E, Girão MJBC, Sartori MGF. Prolapso genital e reabilitação do assoalho pélvico. Femina. 2010; 38(2):101-4.

Messelink B, Benson T, Berghmans B, Bø K, Corcos J, Fowler C, Laycock J, Lim PH, van Lunsen R, á Nijeholt GL, Pemberton J, Wang A, Watier A, Van Kerrebroeck P. Standardization of Terminology of Pelvic Floor Muscle Function and Dysfunction: Report From the Pelvic Floor Clinical Assessment Group of the International Continence Society. Neurourol Urodyn. 2005;24(4):374-80. http://dx.doi.org/10.1002/nau.20144

Barbosa AMP, Carvalho LR, Martins AMVC, Caldero, IMP, Rudge MVC. Efeito da via de parto sobre a força muscular do assoalho pélvico. Rev Bras Ginecol Obstet. 2005;27(11):677-82. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-72032005001100008

Menta S, Schirmer J. Relação entre a pressão muscular perineal no puerpério e o tipo de parto. Rev Bras Ginecol Obstet. 2006;28(9):523-9. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-72032006000900004

Oliveira C, Lopes MA, Carla Longo e Pereira L, Zugaib M. Effects of pelvic floor muscle training during pregnancy. Clinics (Sao Paulo). 2007 Aug;62(4):439-46. http://dx.doi.org/10.1590/S1807-59322007000400011

Sanches PRS, Ramos JGL, Schmidt AP, Nickel SD, Chaves CM, Silva Jr DP, Muller AF, Nohama P. Correlação do Escore de Oxford Modificado com as Medidas Perineométricas em Pacientes Incontinentes. Rev HCPA. 2010;30(2):125-30.

Laycock J. Clinical evaluation of the pelvic floor. In: Schussler B, Laycock J, Norton P, Stanton SL, editors. Pelvic floor re-education. London: Springer-Verlag; 1994. p.42-8.

Ibramed. Manual de operação-neurodyn evolution: aparelho de terapia por eletro estimulação. 6ª ed. [S. l.]: [s. n.]; 2009.

Berlezi EM, Martins M, Dreher, DZ. Programa individualizado de exercícios para incontinência urinária executado no espaço domiciliar. Sci Med. 2013;23(4):232-38. http://dx.doi.org/10.15448/1980-6108.2013.4.15218

Riesco MLG, Caroci AS, Oliveira SMJV, Lopes MHBM. Avaliação da força muscular perineal durante a gestação e pós-parto: correlação entre perineometria e palpação digital vaginal. Rev Latino-Am Enfermagem. 2010;18(6):1-7. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692010000600014

Moreira ECH, Arruda PB. Força muscular do assoalho pélvico entre mulheres continentes jovens e climatéricas. Semina Cienc Biol Saude. 2010;31(1):53-61. http://dx.doi.org/10.5433/1679-0367.2010v31n1p53

Palma PCR, Portugal HSP. Treinamento dos músculos do assoalho pélvico. In: Palma PCR, organizador. Urofisioterapia: aplicações clínicas das técnicas fisioterapêuticas nas disfunções miccionais e do assoalho pélvico. Campinas: SP: Personal Link Comunicações; 2009. p.347-54.

Berlezi EM, Fiorin AAM, Bilibio PVF, Kirchner RM, Oliveira KR. Estudo da incontinência urinária em mulheres climatéricas usuárias e não usuárias de medicação anti-hipertensiva. Rev Bras Geriatr. Gerontol. 2011;14(3):415-23. http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232011000300002

Reis RB, Cologna AJ, Martins ACP, Tucci JS, Suaid HJ. Incontinência urinária no idoso. Acta Cir Bras. 2003;18(5):47-1. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-86502003001200018

Lino ND. Dieta para redução de peso e circunferência da cintura versus dieta com restrição de alimentos irritativos vesicais no tratamento da incontinência urinária [dissertação]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Medicina; 2011.

Berlezi EM, Dal Bem A, Antonello C, Leite MT, Bertolo EM. Incontinência urinária em mulheres no período pós menopausa: um problema de saúde pública. Rev Bras Geriatr Gerontol. 2009;12(2):159-73. http://dx.doi.org/10.1590/1809-9823.2009120200

Mendonça M, Reis RV, Macedo CBMS, Barbosa KSR. Prevalência da queixa de incontinência urinária de esforço em pacientes atendidas no serviço de ginecologia do Hospital Júlia Kubitschek. J Bras Ginecol. 1997;107:153-5.

Oliveira E, Takano CC, Sartori JP, Araújo MP, Pimentel SHC, Sartori MGF, Girão MJBC. Trato urinário, assoalho pélvico e ciclo gravídico-puerperal. Femina. 2007;35:89-94.

Published
2016-03-30
How to Cite
Martins, M., Berlezi, E. M., & Dreher, D. Z. (2016). Performance of the Oxford scale and of the manometric perineal biofeedback in the evaluation of stress urinary incontinence in climacteric women. Scientia Medica, 26(1), ID22969. https://doi.org/10.15448/1980-6108.2016.1.22969
Section
Original Articles