Thomas – o primeiro blanchotiano

  • Davi Andrade Pimentel Universidade Federal Fluminense
Palavras-chave: Maurice Blanchot, Outra noite, Thomas l’obscur, Incomensurável, Literatura

Resumo

Este artigo analisa a narrativa Thomas l’obscur, de Maurice Blanchot, a partir da configuração da outra noite blanchotiana, noite que apresenta a falta e a ausência da palavra no que ela tem de mais agressiva, de mais excessiva e de mais absurdamente maravilhosa. Neste artigo, tenho como interlocutor teórico os escritos sobre literatura do próprio autor. O interesse nesse diálogo consiste em apresentar a fusão apaixonada de seus escritos ficcionais e teóricos. Em Maurice Blanchot, não há pontos de isolamento e nem de divergência entre seus dois pólos de escritura, mas sim uma complementação, uma convergência, entre o que denominamos de ficção e de teoria.

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Biografia do Autor

Davi Andrade Pimentel, Universidade Federal Fluminense
É Doutorando em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Departamento de Estudos de Literatura. Área de Literatura. É Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Letras (Mestrado em Letras) da Universidade Federal do Ceará - UFC. Fez graduação em Letras pela Universidade Federal do Ceará - UFC (2007). Tem experiência na área de Literatura, com ênfase nas narrativas ficcionais do escritor francês Maurice Blanchot, bem como é estudioso do pensamento crítico blanchotiano sobre o espaço literário.
Publicado
2013-05-20
Como Citar
Pimentel, D. A. (2013). Thomas – o primeiro blanchotiano. Letras De Hoje, 48(2), 244-252. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fale/article/view/12611