A razão como ordem social

Um diálogo crítico sobre as mulheres entre Kant e Mary Wollstonecraft

Palavras-chave: Feminismo, Kant, Wollstonecraft, Razão, Mulher

Resumo

O iluminismo reconhecido como período das luzes, emancipou a razão humana livre de qualquer submissão. Apesar da ideia universalizante, não era assim para as mulheres. Kant em muitos escritos deixa clara sua visão de que a mulher, relacionada ao “belo”, é desprovida de virtudes, manifestando suas ações a partir da emoção, e nunca guiadas pela razão. No mesmo período, Mary Wollstonecraft escreve Reivindicação dos Direitos da Mulher, em que argumenta sobre a posição da mulher na sociedade e de que modo sua exclusão do campo da razão afeta a vida social. Diante disso, o presente texto busca realizar um diálogo entre a teoria kantiana e as ideias de Wollstonecraft, para em um segundo momento, apresentar as novas perspectivas feministas sobre questões envolvendo a posição da mulher na sociedade e a igualdade de gênero.

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Biografia do Autor

Rafaela Weber Mallmann, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Graduada em Direito pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), em Ijuí, RS, Brasil. Mestranda e bolsista Capes/Proex do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre, RS, Brasil.

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Publicado
2021-11-17
Como Citar
Mallmann, R. W. (2021). A razão como ordem social: Um diálogo crítico sobre as mulheres entre Kant e Mary Wollstonecraft. Intuitio, 14(1), e40047. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/index.php/intuitio/article/view/40047
Seção
Artigos