Autonomia e reconhecimento: dois conceitos-chave na formação

  • Hans-Georg Flickinger Universidade de Heidelberg
Palavras-chave: educação, autonomia, reconhecimento, Honneth

Resumo

O ensaio quer mostrar porque autonomia e reconhecimento deveriam ser considerados dois conceitos-chave para uma discussão adequada dos objetivos do processo de educação. Recorrendo à fundamentação kantiana da autonomia e aos argumentos hegelianos acerca do reconhecimento, é possível revelar a relação mútua entre os dois conceitos; uma relação da qual a teoria de reconhecimento, defendida por A. Honneth, faz a condição para conquistar a verdadeira autonomia e autoestima.

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Biografia do Autor

Hans-Georg Flickinger, Universidade de Heidelberg
Dadja Mara Amilibia Hermann Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1C Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (1973), mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1982) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1995), com doutorado sanduíche na Universidade de Heidelberg. Foi professora titular de Filosofia da Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul de 1997 a 2005. Coordenou o Comitê de Educação e Psicologia da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul no período de 2002 a 2006. Realizou estágios de pesquisa na Universidade de Heidelberg/Erziehungswissensschatliches Seminar nos anos de 1998, 1999 e 2005. Atualmente é professora adjunta da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Filosofia da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia da educacao, racionalidade, hermenâutica, Habermas, Gadamer, ética, ética e estética. (Texto informado pelo autor)
Como Citar
Flickinger, H.-G. (2011). Autonomia e reconhecimento: dois conceitos-chave na formação. Educação, 34(1). Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/index.php/faced/article/view/8663
Seção
Dossiê - Formação e Pluralidade Interpretativa