Restaurações de Classes I e V: influência das técnicas de fotoativação na microinfiltração

Autores

  • Fabiana Paladini Mattei
  • Luiz Henrique Maykot Prates
  • Marcelo Carvalho Chain

Resumo

Objetivo: Avaliar o efeito da técnica de fotoativação na microinfiltração in vitro em cavidades de classes I e V restauradas com resina composta. Metodologia: Em 60 pré-molares humanos, foram confeccionadas cavidades de classe I em 30 dentes e de classe V nos demais 30 dentes. As cavidades foram limpas e tratadas com o sistema adesivo autocondicionante de um passo (Xeno III – Dentsply). A resina composta (TPH 3 – Dentsply) foi inserida em dois incrementos e fotoativada de dois modos (n=15 cada): A) Convencional, sendo cada incremento fotoativado com intensidade de 500 mW/cm2 por 30 s; B) Pulso tardio, sendo o primeiro incremento fotoativado da mesma forma que o grupo convencional e o último incremento inicialmente fotoativado com 200 mW/cm2, durante 3 s, 5 min de espera e fotoativação final com 500 mW/cm2 por 30 s. Os espécimes foram polidos, submetidos a 800 ciclos térmicos, impermeabilizados e imersos em fucsina básica a 2%. Os dentes foram limpos, seccionados e avaliados quanto à penetração do corante usando-se escores de 0 a 5. Os dados foram analisados por teste U de Mann-Whitney. Resultados: Nas cavidades de classe I houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos. Nas cavidades de classe V não houve diferença entre os dois métodos de fotoativação, tanto em margem de esmalte quanto em dentina. Conclusão: Em cavidades de classe I a fotoativação por pulso tardio proporcionou maior vedamento marginal que a fotoativação convencional. Em cavidades de classe V não houve diferença de penetração do corante.

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Publicado

2009-03-06

Edição

Seção

Artigo Original