Arte e educação ético-política e religiosa na república de Platão

Jayme Paviani

Resumo


Platão, na República, condena a arte. Essa condenação, inicialmente, é de natureza pedagógica e moral e não estética, no sentido moderno da teoria estética e, em segundo lugar, por motivos metafísicos. No contexto de uma reforma ético-política e de uma reforma educacional, podemos nos indagar se os argumentos de Platão atingiriam hoje a poesia de Fernando Pessoa e a pintura de Pablo Picasso. As acusações contra a arte fundam-se em dois tipos de argumentos. Nos livros II e III, Platão afirma e demonstra a incapacidade dos poetas gregos de atender as exigências das faculdades da alma. No livro X, a condenação da poesia e da pintura tem como base o fato de a arte ser puramente imitação, ilusão e, assim, opor-se à teoria das ideias.


Palavras-chave


Condenação da arte. Arte e ética. Educação ética e estética.

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Referências


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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2005.2.34401



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Previsão: 06/07/2020


ISSN-L: 0042-3955 | e-ISSN: 1984-6746


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