Psico
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<p>A <em>PSICO</em>, instituída em 1971, é uma revista científica do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Escola de Ciências da Saúde da PUCRS. É editada trimestralmente em plataforma eletrônica (ISSN 1980-8623) com fluxo contínuo de submissão e com avaliação Qualis/Capes A2 na área principal. O escopo primário da revista é veicular textos relativos à área da Ciência Psicológica, sendo publicados artigos originais e revisões sistemáticas, aceitos nos idiomas <strong>português</strong>, <strong>espanhol</strong> e <strong>inglês</strong>, balizados pelas normas bibliográficas atualizadas da APA.</p>Editora da PUCRS - ediPUCRSpt-BRPsico0103-5371<p><strong>Direitos Autorais</strong></p> <p>A submissão de originais para a <strong>Psico</strong> implica na transferência, pelos autores, dos direitos de publicação. Os direitos autorais para os artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos da revista sobre a primeira publicação. Os autores somente poderão utilizar os mesmos resultados em outras publicações indicando claramente a <strong>Psico</strong> como o meio da publicação original.</p> <p><strong>Licença Creative Commons</strong></p> <p>Exceto onde especificado diferentemente, aplicam-se à matéria publicada neste periódico os termos de uma licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional</strong></a>, que permite o uso irrestrito, a distribuição e a reprodução em qualquer meio desde que a publicação original seja corretamente citada.</p>Prática da psicoterapia online por terapeutas psicodinâmicos
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<p>A psicoterapia online foi reconhecida pela Resolução nº 11/2018 do Conselho Federal de Psicologia. Com o reconhecimento oficial dessa prática, profissionais levantaram questões sobre sua equivalência à psicoterapia presencial e sobre a possível necessidade de adaptações técnicas. Considerando a falta de pesquisas sobre esse tema, este estudo teve como objetivo explorar como os psicoterapeutas psicodinâmicos percebem sua prática clínica online, incluindo os aspectos técnicos e relacionais do processo terapêutico, em comparação com a experiência em tratamentos face a face. Este é um estudo qualitativo, com abordagem exploratória. Oito psicólogos foram entrevistados em videoconferência. As entrevistas foram gravadas em áudio, transcritas integralmente, e analisadas por análise temática. Os resultados foram organizados em dois grandes temas (prática da psicoterapia online e técnica e processo psicodinâmico na psicoterapia online). Os principais resultados indicam que a psicoterapia psicodinâmica on-line tem muitas características específicas (por exemplo, depender da qualidade da conexão de Internet, promover um processo focal, ocorrer em um ambiente mais vulnerável e eliciar outro padrão de comunicação) que exigem adaptação do terapeuta. As implicações dos achados para o treinamento e prática da psicoterapia são discutidas.</p>Leticia Fagundes MachadoLuan Paris FeijóFernanda Barcellos Serralta
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2020-12-312020-12-31513e36529e3652910.15448/1980-8623.2020.3.36529Jogos e intervenções grupais no atendimento de crianças com dificuldades escolares
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<p>O artigo discute a relevância da utilização de jogos no contexto do atendimento de crianças com dificuldades escolares. Estuda seu potencial como instrumento de observação e de intervenção sustentando-se em duas frentes de análise. Por um lado, examina as contribuições dos jogos de mesa à luz de pesquisas francesas neopiagetianas acerca dos impactos das novas tecnologias no desenvolvimento infantil. Por outro, articula essas discussões com dados oriundos de um Programa de Extensão Universitário destinado a crianças de 7 a 11 anos. O método contemplou a sistematização de 172 protocolos correspondentes a 35 participantes. Os resultados destacam as potencialidades do jogo como instrumento de intervenção, e constatam que o interesse e a persistência, por si sós, não garantem procedimentos satisfatórios na resolução de desafios cognitivos e socioafetivos, ao contrário do que afirma o discurso dos adultos, o qual insiste na falta de esforço e de atenção como causas para as dificuldades escolares.</p>Mariana Inés GarbarinoMaria Thereza Costa Coelho de Souza Ana Lúcia PettyCamila Tarif Folquitto
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2020-05-062020-05-06513e30367e3036710.15448/1980-8623.2020.3.30367Estilos de aprendizagem e desempenho acadêmico de universitários de administração
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<p>Este estudo teve o objetivo de investigar a relação entre os estilos de aprendizagem em situações de uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) e o desempenho acadêmico de estudantes universitários de administração. A amostra foi composta por 286 estudantes de administração, com idades entre 18 e 43 anos (M = 21,97; DP = 3,10), sendo 53,15% do gênero feminino. Os dados sobre estilos foram coletados por meio da Escala de Estilos de Aprendizagem em Situações de Uso de Tecnologias; os dados sobre desempenho acadêmico, por sua vez, foram obtidos com base em avaliações realizadas em uma disciplina de graduação em administração, utilizando a metodologia ativa de aprendizagem baseada em problemas (PBL). Os resultados indicaram que o desempenho acadêmico dos estudantes de administração não dependeu de seus estilos de aprendizagem, possivelmente em função da diversidade de atividades realizadas no âmbito da metodologia ativa adotada.</p>Rodrigo Hipólito RozaAcácia Aparecida Angeli dos Santos
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2020-12-312020-12-31513e36154e3615410.15448/1980-8623.2020.3.36154Efeitos de uma disciplina de relações interpessoais no repertório social de estudantes de exatas
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<p>Este estudo teve por objetivo avaliar o repertório de habilidades sociais de estudantes de Ciências Exatas antes e após uma disciplina de Relações Interpessoais. Participaram deste estudo 21 universitários, sendo 17 do curso de Engenharia Elétrica e 4 de Química Industrial, matriculados na disciplina de Relações Interpessoais para o Curso de Engenharia Elétrica. A disciplina teórico-prática foi baseada em vivências e os estudantes responderam ao Inventário de Habilidades Sociais (IHS) e ao Questionário de Avaliação Final da Disciplina (QAFD). Os resultados apontaram diferenças estatisticamente significativas quanto ao escore geral de habilidades sociais e a média no QAVD entre as avaliações do pré e pós-teste. Foram observadas ainda correlações positivas e fortes entre o QAVD antes e após a disciplina. Além disso, (b) o escore geral QAVD após a disciplina se relacionou positiva e moderadamente com o escore geral (IHS) de habilidades sociais no pós-teste.</p>Bruno Luiz Avelino CardosoLívia Lira de Lima GuerraJúlia Milhomens de Sousa
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2020-12-312020-12-31513e34055e3405510.15448/1980-8623.2020.3.34055Construção e evidências de validade da Career Adapt-Abilities Scale (CAAS) brasileira para adolescentes
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<p>A adaptabilidade de carreira é um tema amplamente estudado na área de carreira por sua relevância prática e teórica. O objetivo deste estudo foi testar uma versão em português brasileiro da Career Adapt-Abilities Scale (CAAS) com uma amostra de adolescentes, incluindo uma dimensão adicional chamada cooperação. Participaram 592 adolescentes (303 do sexo feminino) de escolas privadas (n=275) e públicas (n=317), em Porto Alegre, RS. Os adolescentes tinham entre 13 e 18 anos (M=15,91 e DP=1,08). Em uma primeira subamostra aleatória (n=296), uma análise fatorial exploratória foi conduzida e resultou em uma solução de cinco fatores. Logo após, com o restante da amostra, foi realizada uma análise fatorial confirmatória, confirmando-se o modelo de cinco dimensões. Os resultados indicam que o instrumento testado possui uma estrutura dimensional compatível com o modelo teórico adotado e propriedades psicométricas aceitáveis, além de contar com o acréscimo da dimensão cooperação.</p>Larissa Sanford Ayres FarinaRoberta Pozzi KretzmannLetícia Garibaldi GasparettoGabriel dos Reis RodriguesMarúcia Patta BardagiCláudia Hofheinz GiacomoniMarco Antônio Teixeira
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2020-12-312020-12-31513e33735e3373510.15448/1980-8623.2020.3.33735Dados normativos de um conjunto de faces do Karolinska Directed Emotional Faces em uma amostra brasileira
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<p>O objetivo desta pesquisa foi obter dados normativos de um conjunto de faces do Karolinska Directed Emotional Faces (KDEF) em uma amostra brasileira. Para isso foi utilizada uma amostra não probabilística (por conveniência) de 100 participantes da cidade de João Pessoa-PB. Esses tinham idades entre 18 e 62 anos (M=21,6; DP=6,2), a maioria do sexo feminino (76%). Os resultados mostraram que os participantes obtiveram um percentual de acerto médio de 76,2%, de modo que expressões de Alegria (94.7%) e Surpresa (90.3%) foram as emoções mais facilmente identificáveis e Medo (40.65%) a mais difícil. Em relação às medidas de intensidade e valência, Nojo seguida de Surpresa obtiveram classificações mais intensas, e Alegria foi a única emoção com valência positiva alta. Esses achados foram bastante similares com àqueles relatados em pesquisas anteriores, fornecendo normas subjetivas de classificação mais adequadas às características da população brasileira.</p>Hemerson Fillipy Silva SalesGabriella Medeiros SilvaJéssica Bruna Santana SilvaStephanye Jullyane RodriguesMichael Jackson Oliveira de AndradeThiago Monteiro de Paiva FernandesNatanael Antonio dos Santos
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2020-12-312020-12-31513e34083e3408310.15448/1980-8623.2020.3.34083Adaptação e evidências de validade baseadas na estrutura interna da Escala de Domínios de Criatividade
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<p>A Escala de Domínios de Criatividade (K-DOCS) é amplamente utilizada internacionalmente, embora não haja estudos psicométricos nacionais. O presente estudo teve como objetivo adaptar e investigar as evidências de validade baseada na estrutura interna e na relação com variáveis externas, utilizando-se o Inventário dos Cinco Fatores (BFI-I). Colaboraram com a pesquisa 154 participantes, sendo 55% mulheres, com idades entre 18 e 58 (M=28,2; DP=9,41). A análise fatorial exploratória confirmou cinco fatores (acadêmico, performático, científico, artístico e cotidiano) e não foram excluídos itens da versão original. Observou-se convergência fatorial superior a 0,80, indicando bom ajuste fatorial dos itens. Quanto a relação com variáveis externas, foram encontradas correlações de magnitudes moderadas e fortes entre o K-DOCS e o BFI-I, apenas o fator científico não apresentou correlações significativas com os domínios do BFI-I. Conclui-se que os resultados encontrados sugerem a adequação do instrumento e que, novos estudos com o instrumentos se fazem pertinentes.</p>João Paulo Araújo LessaCarolina Rosa CamposKarina Silva OliveiraRicardo Primi
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2020-12-312020-12-31513e34502e3450210.15448/1980-8623.2020.3.34502Tipologia circadiana de estudantes de Psicologia
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<p>A tipologia circadiana é uma dimensão comportamental associada a preferências de hábitos diários. Contudo, este estudo objetivou avaliar a qualidade de sono e a sonolência excessiva de acadêmicos de Psicologia. Participaram deste estudo quase-experimental 56 estudantes com idade entre 17 e 34 anos. Utilizaram-se como instrumentos o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh (PSQI), o Questionário de Matutinidade e Vespertinidade, a Escala de Sonolência de Karolinska e a Escala de Ritmo Social Breve. Após avaliar o PSQI, todos os participantes responderam os instrumentos por um período de 14 dias consecutivos. A MANOVA mostrou diferença significativa para sonolência diária durante os dias úteis [λ=0.81; F(4;47)=451,53; p<0,05], especificamente para o horário das 21h [F(2;5)=3,03; p<0,05]. Conclui-se que os estudantes possuem qualidade de sono ruim e, geralmente, tentam compensar as faltas de noites de sono durante a semana nos finais de semana.</p>Nayara Pereira SilvaThiago Augusto de Souza BonifácioMichael Jackson Oliveira AndradeNatanael Antonio Santos
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2020-12-312020-12-31513e34022e3402210.15448/1980-8623.2020.3.34022Inteligência emocional
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<p>A Inteligência Emocional (IE) é um construto psicológico amplamente divulgado nas últimas duas décadas, principalmente fora do meio acadêmico, mas requer uma maior diversidade de pesquisas científicas que contribuam para sua solidificação. Portanto, este trabalho buscou analisar a relação de IE com Inteligência (G), idade, sexo, renda familiar, escolaridade e Habilidades Sociais (HS). Participaram 120 pessoas, entre 18 e 61 anos de idade, de ambos os sexos, que responderam aos testes de percepção e de compreensão emocional, raciocínio abstrato e verbal e habilidades sociais. Os resultados encontrados indicaram correlação significativa positiva entre IE, G e escolaridade, negativa entre IE e idade, nenhuma correlação entre IE, HS e renda familiar e nenhuma diferença entre homens e mulheres para IE, sendo o raciocínio abstrato a variável mais preditora do construto. Tais informações auxiliam para uma melhor compreensão da IE e da sua relevância atual.</p>Isaías PeixotoMonalisa Muniz
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2020-12-312020-12-31513e34062e3406210.15448/1980-8623.2020.3.34062Adaptação sociocultural e psicológica de refugiados sírios no Brasil
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<p>Considerando os desafios do processo de adaptação cultural para os refugiados e a importância disto para o contexto da América Latina, o presente estudo teve como objetivo investigar a influência da orientação cultural e distância cultural na adaptação psicológica e sociocultural de sírios no Brasil. 84 refugiados sírios, morando no Brasil há pelo menos 6 meses, responderam um survey online sobre variáveis relacionadas à aculturação. Os resultados evidenciaram que maiores índices de percepção de distância cultural estão relacionados com menores índices de adaptação sociocultural. Possuir uma orientação para a cultura brasileira está relacionado a melhores índices de adaptação psicológica e sociocultural. A presente pesquisa possui implicações teóricas e práticas, permitindo um melhor entendimento de alguns aspectos da adaptação de refugiados sírios no Brasil.</p> <p> </p>Manoela Sarto de LucenaRaquel Carvalho HoerstingJoão Gabriel Modesto
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2020-12-312020-12-31513e34372e3437210.15448/1980-8623.2020.3.34372A Psicologia Positiva e sua aplicação nos contextos do trabalho
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<p>A Psicologia Positiva propõe uma nova abordagem da Psicologia, apresenta o estudo científico das potencialidades humanas e valoriza os aspectos positivos. O presente estudo tem como objetivo investigar a produção científica na área de Psicologia Positiva e sua utilização no contexto do trabalho. O estudo consiste em uma revisão sistemática dos artigos dos últimos 5 anos nas bases de dados Scielo, Pepsic e Lilacs, com os seguintes descritores: “Psicologia Positiva” e “Trabalho” no idioma português, Psicologia Positiva e trabalho no idioma inglês e Psicologia Positiva e trabalho na língua espanhola. De acordo com os critérios de inclusão, 13 artigos foram avaliados nesta revisão. Os resultados mostraram que a maioria dos estudos selecionados abordou a aplicação e o desenvolvimento de escalas que utilizam a Psicologia Positiva; a escala de Engajamento é a mais utilizada, com prevalência de 38%. Na revisão sistemática, foi possível confirmar a qualidade das escalas desenvolvidas e validadas. Conclui-se que o uso de constructos de Psicologia Positiva é relevante nos contextos de trabalho.</p>Adaiane Amélia BaccinAndrea de Fátima Machado da SilvaCarlie da Fontoura TaschettoJairo Manzoni RodriguesPriscila Flores PratesSilvio José Lemos Vasconcellos
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2020-05-062020-05-06513e32384e3238410.15448/1980-8623.2020.3.32384Alterações nas funções cognitivas em mulheres maltratadas
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<p>O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão sistemática e meta-análise das alterações nas funções cognitivas em mulheres agredidas. Para a realização do estudo, foi utilizada uma amostra inicial de 643 registos nas bases de dados: Medline, ERIC, PsycInfo, CNAIL, Proquest e Scielo. O procedimento de seleção levou à retenção de 12 artigos nos quais o estudo se centrou. Os resultados da síntese qualitativa indicam que a atenção, a linguagem, a memória, as habilidades visuoespaciais, a função executiva, a velocidade motora e o desempenho educacional estão alterados em mulheres agredidas, com maior evidência de deterioração nas áreas de atenção, memória e funções executivas. Os resultados da meta-análise sugerem a presença de dano cerebral nessas mulheres e um comprometimento especial da memória e das funções executivas. Estes resultados sustentam a existência de alterações nas funções cognitivas das mulheres vítimas de abuso.</p>Laura García-RuedaCristina Jenaro
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2020-05-062020-05-06513e33346e3334610.15448/1980-8623.2020.3.33346