ANSELMO ECKART, JESUÍTA MISSIONÁRIO E PRISIONEIRO NAS PRISÕES POMBALINAS. MODELO DE “VIDA EXEMPLAR”

  • Aline Schefer Unisinos
Palavras-chave: Anselmo Eckart. Hagiografia. Vida exemplar.

Resumo

O presente artigo trata sobre a vida e obra do jesuíta Anselmo Eckart, desde a sua deportação da aldeia do Trocano (1757), até o momento em que foi posto em liberdade do cárcere de São Julião da Barra (1777). A partir disso, busca-se evidenciar e analisar as virtudes morais, intelectuais e teologais de A. Eckart, assim como foram percebidas pela Companhia de Jesus, que o propôs como um “modelo exemplar” de jesuíta. Para tanto, estudaremos duas narrações apologético-hagiográficas sobre a prisão e exílio dos membros da Companhia de Jesus, expulsos em 1759, as quais propõem Eckart como jesuíta exemplar, modelo de missionário a ser seguindo dentro da Ordem. Essas narrações são dois manuscritos de autoria dos missionários Anselmo Eckart e Lourenço Kaulen, escritas após a liberdade dos cárceres lisboetas. Como referencial teórico, utilizaremos os autores Michel de Certeau (1982) e Jaime Humberto Borja Gómez (2007) para aprofundarmos os conceitos de hagiografia e vida exemplar.

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Publicado
2014-10-18
Como Citar
Schefer, A. (2014). ANSELMO ECKART, JESUÍTA MISSIONÁRIO E PRISIONEIRO NAS PRISÕES POMBALINAS. MODELO DE “VIDA EXEMPLAR”. Oficina Do Historiador, 1798-1812. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/oficinadohistoriador/article/view/19042