ARQUITETURA E ETNICIDADE: PATRIMÔNIOS MATERIAIS E IMATERIAIS NA ROTA TURÍSTICA CAMINHOS DE PEDRA

  • Claudine Machado Badalotti
Palavras-chave: Memória. Patrimônio. Arquitetônico.

Resumo

A preservação da memória construída de um povo, enquanto patrimônio histórico constitui uma das premissas básicas para o desenvolvimento sustentável, pois além de representar a própria síntese da cidade, potencializa a identidade coletiva dos povos, nesse caso dos ítalo-gaúchos, promove a preservação dos bens materiais e imateriais, da identidade étnica de um grupo social e, somado a isso, pode contribuir para o incremento do desenvolvimento econômico e social, através do turismo étnico, gastronômico e arquitetônico, incentivando financeiramente aqueles que se comprometem com a preservação. O trabalho objetiva analisar experiências de preservação arquitetônica na Serra Gaúcha, em particular no município de Bento Gonçalves, em suas rotas turísticas, com a intenção de perceber processos tradicionais de ambientes construídos em correlação com dinâmicas modernas de vida social e econômica, pois somente com a compreensão de experiências construtivas antigas podemos fazer o novo, bem como representação e reconstituição de etnicidades, que num primeiro momento, aparentemente são contraditórias numa sociedade que se mostra globalizada. É recuperar a memória construída do lugar e estabelecer uma relação com a história de um grupo étnico, o que, através dos processos de globalização, remete a uma fragmentação identitária a partir do momento em que traços culturais da modernidade passam a ser comuns a diferentes culturas.

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Publicado
2014-10-17
Como Citar
Badalotti, C. M. (2014). ARQUITETURA E ETNICIDADE: PATRIMÔNIOS MATERIAIS E IMATERIAIS NA ROTA TURÍSTICA CAMINHOS DE PEDRA. Oficina Do Historiador, 1005-1017. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/oficinadohistoriador/article/view/18981