Considerações sobre o sentido de liberdade e sua relação com a ética: paralelos entre as filosofias de Emmanuel Kant e Thomas Nagel.

  • Luiza Andriolo (PUCRS) PUCRS/CNPq
Palavras-chave: Liberdade. Ética. “Eu transcendental”. “Eu objetivo”. Universalidade.

Resumo

O sentido atribuído à liberdade e a relação que daí se estabelece com a conduta humana em termos éticos, parece ser anterior a um sistema dual em todas as suas margens de sentido, e para além delas. Anterior também à divisão entre subjetividade e objetividade, é esta falta que se faz lacuna, tanto nas tentativas filosóficas transcendentais que absolutizam o mundo ideal, quanto nas analíticas, as quais priorizam o mundo real. Busca-se algo capaz de contemplar transcendentalidade e objetividade no interior do próprio conceito de liberdade, através da leitura e compreensão das filosofias de Kant e Nagel, de modo a relacionar o irrelacionável, e desfazer um abismo. É necessário um novo sentido para tal conceito, o qual, através do sujeito transcendental kantiano, acabou por assumir proporções insustentáveis. O que é este desconhecido da liberdade humana a justificar uma nova conduta ética?

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Publicado
2011-12-11
Como Citar
Andriolo (PUCRS), L. (2011). Considerações sobre o sentido de liberdade e sua relação com a ética: paralelos entre as filosofias de Emmanuel Kant e Thomas Nagel. Intuitio, 4(2), 103-122. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/intuitio/article/view/9655
Seção
Artigos