Política e subjetividade em Montaigne

  • Gilmar Henrique da Conceicão (UNIOESTE) Unioeste - Univ. Estadual do Oeste do Paraná - Campus de Cascavel
Palavras-chave: Política. Subjetividade. Montaigne.

Resumo

Investigamos aqui a questão de que Montaigne não somente confere aos Ensaios a dimensão subjetiva e provisória, como também se contrapõe às noções abstratas e genéricas e aponta a experiência de si como o único saber capaz de orientar, de alguma maneira, nossas ações, sempre singulares e circunstanciadas, referidas sempre a situações particulares. Ao eleger o eu como o exemplo por excelência, o ensaísta enfatiza o ser humano real e concreto, que deve afirmar sua distância com relação às instituições políticas e religiosas.

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Biografia do Autor

Gilmar Henrique da Conceicão (UNIOESTE), Unioeste - Univ. Estadual do Oeste do Paraná - Campus de Cascavel
Aluno do Curso de Mestrado em Filosofia da Unioeste - Campus de Toledo.
Publicado
2010-11-24
Como Citar
Conceicão (UNIOESTE), G. H. da. (2010). Política e subjetividade em Montaigne. Intuitio, 3(2), 116-133. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/intuitio/article/view/7592
Seção
Artigos