Ciência intuitiva e beatitude em Spinoza

  • Leonardo Lima Ribeiro (UECE)
Palavras-chave: Sistema spinozano, Potência racional, Ciência Intuitiva, Beatitude, Suprema Liberdade, Salvação.

Resumo

Este artigo propõe tratar fundamentalmente do problema da suprema liberdade ou da beatitude na Ética spinozana, a qual tem a sua solução dada por meio da mediação de uma percepção superior: scientia intuitiva. Assim, para se responder a questão da beatitude é necessária uma investigação em filigrana acerca da ciência intuitiva, que tem como sua condição uma dupla exigência: [a.] a da ordem do mecanismo da ontologia spinozana, dada a partir da articulação dos elementos fundamentais que a envolvem [substância, atributos, modos infinitos e finitos]; [b.] a do intelecto divino, o qual tem o entendimento [ou percepção] a priori da verdadeira ordem em que atua o mecanismo da ontologia spinozana [da substância para os modos]. Com essa dupla exigência fundamentada, responde-se ao problema da ciência intuitiva, que tem a beatitude como sua mais profunda ressonância. A metodologia empreendida neste trabalho é dada por meio da hermenêutica estrutural da obra Ethica.

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Biografia do Autor

Leonardo Lima Ribeiro (UECE)
Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR); é especialista em Teorias da Comunicação e da Imagem pela UFC (Universidade Federal do Ceará); é mestre em filosofia (linha de pesquisa: Ética) pela UECE (Universidade Estadual do Ceará). É autor do livro em processo de publicação "Ciência Intuitiva e Suprema Liberdade na Ética de Spinoza" [2013].
Publicado
2013-06-16
Como Citar
Lima Ribeiro (UECE), L. (2013). Ciência intuitiva e beatitude em Spinoza. Intuitio, 6(1), 169-193. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/intuitio/article/view/13626
Seção
Artigos