https://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/issue/feedEstudos Ibero-Americanos2020-12-21T13:45:46-03:00Profª. Tatyana De Amaral Maiaeia@pucrs.brOpen Journal Systems<p>A revista <em>Estudos Ibero-Americanos (EIA)</em>, instituída em 1975, é a revista científica oficial do Programa de Pós-Graduação em História da Escola de Humanidades da PUCRS. É editada quadrimestralmente em plataforma eletrônica (ISSN 1980-864X), sob a direção da Edipucrs, com fluxo contínuo de submissão e avaliação Qualis/Capes A2 (2013-2016) na área principal. O escopo primário da revista é publicar textos relativos à área de História, mas a publicação também aceita contribuições relevantes de outras áreas das Ciências Humanas, como Filosofia, Ciências Sociais e História da Educação. São publicados artigos originais, resenhas de artigos e entrevistas, aceitos nos idiomas <strong>português</strong>, <strong>espanhol</strong> e <strong>inglês</strong>, balizados pelas normas bibliográficas atualizadas da ABNT.</p>https://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/38464Dossiê Pan-americanismo2020-12-21T13:45:30-03:00Nathalia Henrichhenrich@cua.eduLuciano Aronne de Abreuluciano.abreu@pucrs.br2020-12-16T14:56:00-03:00Copyright (c) 2020 Nathalia Henrich, Luciano Aronne de Abreuhttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36343A Pan-americanização do trabalho no período de entreguerras2020-12-21T13:45:31-03:00Norberto O. Ferrerasnorbertoferreras@id.uff.br<p>No presente artigo tratamos das conexões e relações estabelecidas pelos países americanos com a Organização Internacional do Trabalho no período de entreguerras. O marco do relacionamento foi estabelecido em duas instancias paralelas nas Conferências Internacionais de países membros da OIT e nas Conferências de Países Americanos ou Conferências Pan-americanas que tiveram lugar paralelamente e com seus próprios tempos. Enquanto na OIT se constituía um reconhecimento de situações e problemas comuns aos países latino-americanos, nas Conferências Pan-americanas se incorporava a questão do Trabalho e dos trabalhadores às temáticas que deveriam ser discutidas. Aqui tratamentos a forma em que se produz o reconhecimento mútuo e a necessidade de estabelecer pautas de comportamento comum para América Latina e no âmbito das organizações internacionais.</p>2020-12-16T19:04:54-03:00Copyright (c) 2020 Norberto Osvaldo Ferrerashttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36434A National Paper and Type Co. e os negócios pan-americanos (1900-1930)2020-12-21T13:45:32-03:00Ana Maria Sernaasernaro@gmail.com<p>Este trabalho aborda a história do pan-americanismo a partir da análise de um caso particular: as atividades comerciais e o discurso publicitário da empresa americana denominada National Paper and Type Co. Esta empresa monopolizou o nicho de mercado para exportação de máquinas e produtos para impressão (papel e tinta) fabricados nos Estados Unidos para distribuição em toda a América Latina. Foi a principal fornecedora dos insumos com os quais foram produzidos os jornais mais notáveis da região. Ao dominar esse mercado, construiu o alicerce da estrutura material da esfera pública. Foi uma disseminadora ativa do discurso pan-americano que aproveitou a oportunidade para garantir clientes, promover uma cultura de negócios na América Latina típica da sociedade anglo-saxônica e cultivar uma mentalidade que incentivava o consumo. Promoveu uma avaliação muito importante da América Latina e fortaleceu os elos propostos por essa utopia de proximidade que imaginava uma Pan-América unida. Esse intermediário comercial e cultural construiu uma ponte de comunicação que contribuiria para o fortalecimento de uma esfera pública transnacional.</p> <p> </p> <p> </p> <p> </p>2020-12-16T13:23:30-03:00Copyright (c) 2020 ANA MARIA SERNA RODRIGUEZhttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36421O Código da Paz e a trama do pan-americanismo na década de 19302020-12-21T13:45:33-03:00Alexandra Pita Gonzálezapitag@ucol.mx<p>O Código da Paz era una proposta da diplomacia mexicana para a construção de um instrumento legal capaz de aglutinar os tratados e acordos anteriores e proporcionar maior efetividade, criando instâncias permanentes para intervir em caso de conflitos no país o continente. Como este artigo pretende mostrar através da documentação de Alfonso Reyes, sua origem e desenvolvimento durante la década da 1930 estavam relacionados à decisão de transformar o México em um negociador qualificado das Conferências Pan-Americanas. Assim, através de um estúdio de caso pouco analisado até o momento, pode-se observar o papel do México na triangulação entre os desejos hegemônicos dos Estados Unidos e da Argentina. Pretende-se fortalecer as interpretações que analisam o pan-americanismo como um enredo complexo de múltiplas negociações, desmitificando a ideia de que era um cenário em que os países latino-americanos tiveram pouca influência e baixa capacidade de negociação</p>2020-12-16T20:16:16-03:00Copyright (c) 2020 Alexandra Pita Gonzálezhttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36437Do declínio conservador e ascendência liberal2020-12-21T13:45:34-03:00Elizeu Santiago Tavares de Sousaelizeusantiago@hotmail.com<p>É crescente ao final do Império a crítica à política externa imperial por parte de elementos ligados ao Partido Liberal. Em comum, ambos liberais monarquistas e republicanos acusavam a diplomacia saquarema de antiamericana. Findado o ciclo de intervenção platina, emerge, a partir dos anos 1860, o clamor por maior aproximação continental. Partindo da análise dos anais parlamentares, diplomáticos e do Conselho de Estado, assim como de fontes jornalísticas, este trabalho terá por propósito a análise do panamericanismo no pensamento liberal brasileiro nas décadas finais do século XIX. Argumentaremos que, a partir da diferenciação axiológica entre liberais e conservadores, o discurso panamericanista foi uma constante no pensamento dos primeiros. Não por acaso, serão eles, quando no poder, os responsáveis pela aproximação continental da nascente diplomacia republicana. </p>2020-12-16T13:42:24-03:00Copyright (c) 2020 Elizeu Santiago Tavares de Sousahttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36345O pan-americanismo e o projeto de construção de um passado comum para os países das Américas2020-12-21T13:45:35-03:00Gabriela Correia da Silvagabriela.correa@ifsc.edu.br<p>Este artigo se divide em duas seções. A primeira delas é dedicada ao estudo da União Pan-Americana, com ênfase para a apresentação de seus objetivos centrais. Um destes objetivos foi a busca por criar um sentimento de unidade entre os diferentes países das Américas. Na segunda seção será analisada uma publicação da União Pan-Americana – a coleção intitulada “Pan-American Patriots”2. Neste artigo será argumentado que a União Pan-Americana buscou fomentar a ideia de pan-americanismo, a qual ganha um passado que, a partir de então, passa a abarcar boa parte dos países das Américas. O artigo se insere na área da história da historiografia e parte das análises desenvolvidas pelos estudos decoloniais.</p>2020-12-16T19:38:56-03:00Copyright (c) 2020 Gabriela Correa da Silvahttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36443Entre cores e luzes2020-12-21T13:45:36-03:00Mônica de Souza Nunes Martinsmonic1922@gmail.comTeresa Cribelliteresa.cribelli@ua.edu<p>O artigo tem como objetivo analisar as ideias sobre o Pan-americanismo que estiveram presentes na organização e execução da Exposição Internacional Pan-Americana de Búfalo, Nova Iorque, realizada em 1901. Sendo recorrentemente lembrada pelo assassinato do presidente William McKinley por um anarquista durante a Exposição, ela representou uma exibição das ideias imperialistas presentes na perspectiva pan-americana, demonstrando também os seus limites. Essa exposição foi caracterizada pela utilização da eletricidade e do uso de cores que demonstravam a pujança tecnológica e a abundância de recursos naturais do continente, atribuindo-se a ela a designação de “rainbow city”. Ela foi marcada ainda pelo forte apelo às ideias evolucionistas, esboçadas no percurso de suas avenidas. Nesse sentido, procura-se traçar aqui os principais ideais que conduziram a ação da Companhia da Exposição Pan-Americana na organização do evento.</p>2020-12-16T14:14:26-03:00Copyright (c) 2020 MÔNICA DE SOUZA NUNES MARTINShttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36348Folclore, Literatura e Pan-americanismo2020-12-21T13:45:37-03:00Matias Emiliano Casasmecasas@untref.edu.ar<p>Este artigo analisa duas viagens acadêmicas feitas por especialistas estadunidenses à Argentina durante a Segunda Guerra Mundial. Ralph Steele Boggs, folclorologista da Universidade da Carolina do Norte que chegou a Buenos Aires em 1940; e Edward Larocque Tinker, doutor em literatura reconhecido por suas colunas de domingo no New York Times, que chegou ao país em 1945. Ambos foram precursores da “unidade pan-americana”, estabeleceram contatos com instituições locais e exerceram diferentes atividades. A partir dos documentos internos e das publicações da instituição anfitriã de Boggs na Argentina e do arquivo privado de Edward Larocque Tinker, pretendemos em investigar como eles articularam os discursos pan-americanos com as representações de identidade nacional que estavam em plena expansão naquele período e quais foram os efeitos de sua visita na sociedade estadunidense.</p>2020-12-16T19:59:07-03:00Copyright (c) 2020 Matias Emiliano Casashttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/38452Entrevista com Carlos Marichal Salinas2020-12-21T13:45:37-03:00Henrich Nathaliahenrich@cua.eduLuciano Aronne de Abreuluciano.abreu@pucrs.br2020-12-16T14:49:01-03:00Copyright (c) 2020 Henrich Nathalia, Luciano Aronne de Abreuhttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/33775Sexualidade subversiva e performatização dos gêneros a partir dos processos inquisitoriais de Violante Carneiro e Margarida Carneiro2020-12-21T13:45:38-03:00Marcus Vinícius Reismarcus.reis@unifesspa.edu.br<p>Em conjunturas desfavoráveis, marcadas pela vigência de um sistema patriarcal e misógino, o interesse em contar com o sobrenatural representou para algumas mulheres uma importante ferramenta de resposta a esse contexto normativo. O universo das relações sociais, o interesse em controlar as vontades de outrem para a realização de enlaces amorosos, incluindo casamentos ou mesmo a salvação das vidas conjugais, foram registrados na documentação inquisitorial, ainda mais quando estiveram associados ao protagonismo almejado pelas mulheres. Este trabalho busca, portanto, investigar, à luz das relações de gênero, as trajetórias de Violante Carneiro e Margarida Carneiro, processadas pelas autoridades da visitação inquisitorial realizada na América portuguesa (1591-1595). Pretende-se, assim, investigar como a sexualidade serviu para essas mulheres como ferramenta de subversão, em que práticas mágico-religiosas foram utilizadas como meio para alcançar autonomia em suas vidas.</p>2020-12-16T17:50:11-03:00Copyright (c) 2020 Marcus Vinícius Reishttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/33507Cordões e Canboulay Bands2020-12-21T13:45:39-03:00Eric Brasilprofericbrasil@gmail.com<p>Este artigo pretende analisar de forma transnacional performances negras carnavalescas dos cordões e das canboulay bands nas cidades de Rio de Janeiro, Brasil, e Port-of-Spain, Trindad e Tobago, no período Pós Abolição. Pretende-se compreender as estratégias coletivas de sujeitos negros para construir espaços de autonomia e reivindicar e ocupar espaços públicos em contextos de hegemonia de visões racializadas e racistas. Essa perspectiva comparativa nos permite refletir sobre o Pós-Abolição como problema histórico Atlântico, aproximando o Caribe e o Atlântico Sul. Para tanto, utilizaremos fontes primárias de arquivos no Rio de Janeiro e em Londres, especialmente documentação policial e governamental, no National Archives, e no Arquivo Nacional do Brasil, e periódicos, arquivados na British Library e na Biblioteca Nacional. Concluímos que os sujeitos criadores dos cordões e canboulay bands produziram performances negras dissidentes e comunicaram a públicos amplos e variados identidades que conjugavam práticas afro americanas e expressões de resistência aos ataques de forças públicas, ao passo que reforçavam sua humanidade frente a estereótipos sobre o ser negro no Pós-Abolição nas Américas, seja em contexto colonial seja em uma república independente.</p>2020-12-16T14:24:17-03:00Copyright (c) 2020 Eric Brasilhttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/33033Ícone de um passado a ser esquecido2020-12-21T13:45:40-03:00Alexandre Karsburgalexkarsburg@yahoo.com.br<p>Este artigo analisa as controvérsias surgidas entre representantes da Igreja católica e vereadores municipais de Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul, pela decisão em demolir ou não uma igreja matriz. De um lado, estavam o padre local e o bispo empenhados na preservação do prédio católico; do outro, vereadores buscando o aval do governo provincial e da própria Igreja para demolir o templo, argumentando que seu “aspecto miserável” era vergonhoso para a cidade moderna que se queria construir. Para refletir a respeito dessa desavença, sucedida entre 1884 e 1888, é preciso, primeiro, analisar o que levou a matriz a chegar ao seu aspecto ruinoso. Para isso, iremos utilizar as correspondências trocadas entre a Câmara Municipal de Vereadores de Santa Maria e o governo provincial. Em um segundo momento deste artigo, se fará necessário explicar os significados daquela igreja e as ideias que estavam por trás da tentativa de derrubá-la. Acreditamos que a expectativa da chegada da ferrovia à cidade fez com que os vereadores tomassem atitudes controversas, gerando tensão com os representantes da Igreja católica e do governo provincial. Como contexto geral, temos as relações entre religião, política e modernidade na segunda metade do século XIX, revelando conflitos entre Igreja e Estado no final do Império e início da República.</p>2020-12-16T13:35:27-03:00Copyright (c) 2020 Alexandre Karsburghttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/33293O campo universitário como espaço de expectativa autoritária2020-12-21T13:45:41-03:00Alexandra Tedescoalexandra.tedesco@gmail.com<p>A proposta do presente estudo é analisar a relação entre duas modalidades de adquirir e professar a cultura que concorrem no universo intelectual argentino durante as primeiras décadas do século XX, a saber, a esfera privada de produção cultural e a universidade oficial, ligada ao Estado. Trata-se de compreender de que forma a ampla rede de revistas literárias que caracteriza a Buenos Aires desse contexto se desenvolveu em relação de tensão com a profissionalização da Universidade que se acentuou a partir da Reforma de Córdoba, em 1918. Ao fim, este artigo pretende lançar luz sobre a possibilidade de abordar o campo intelectual a partir da inspiração de Carl Schorske, em Viena Fim de Século, considerando que os fenômenos intelectuais e culturais não se sucedem ou se enfrentam apenas em si mesmos, como unidades temáticas consistentes (diacrônicas) mas, sim, que eles estão relacionados, também, de modo sincrônico, às demais manifestações culturais e políticas de seu tempo.</p>2020-12-16T14:05:20-03:00Copyright (c) 2020 Alexandra Tedescohttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/36580A crise do pensamento constitucional da Primeira República2020-12-21T13:45:42-03:00Luis Rosenfieldluis.rosenfield@gmail.com<p>O artigo busca reconstruir e analisar criticamente como se desenrolou a crise do pensamento constitucional da Primeira República no plano da História das Ideias. O objetivo desse estudo é resgatar os debates que tomaram conta da inteligência jurídica brasileira durante a década de 1920, mostrando as diferentes percepções da crise do discurso liberal no Brasil a partir da lente dos seus juristas.</p>2020-12-16T14:33:31-03:00Copyright (c) 2020 luis rosenfieldhttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/33524Mário Pedrosa e José Carlos Mariátegui2020-12-21T13:45:43-03:00Everaldo Oliveira Andradeeveraldoandrade@usp.br<p>Este artigo pretende investigar e problematizar acerca dos diferentes níveis de proximidade e similaridade dos percursos intelectuais e políticos de dois pensadores latino-americanos: Mário Pedrosa, no Brasil, e José Carlos Mariátegui, no Peru. Eles provavelmente sejam parte de uma mesma geração de militantes e intelectuais latino-americanos que buscava na interpretação crítica da realidade, traduzida em trajetórias comuns das metodologias e práticas de investigação, da reflexão teórica, além de suas atividades políticas, os caminhos para construir perspectivas de superação dos limites estreitos do desenvolvimento econômico e cultural em seus países. E, nesse sentido, busca-se referências para esta investigação não apenas nos debates historiográficos, mas no diálogo entre as correspondências e obras mais significativas de Mariátegui e Pedrosa. Após uma breve exposição biográfica e comparativa dos dois autores e de suas atividades políticas, pretende-se expor os pontos de contatos de suas reflexões e atividades nos campos da economia e do pensamento político e de suas contribuições comuns no terreno da crítica cultural.</p>2020-12-16T15:03:09-03:00Copyright (c) 2020 Everaldo Oliveira Andradehttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/33649América Latina no Movimento dos Países Não Alinhados2020-12-21T13:45:44-03:00Germán Alburquerquegerman.alburquerque@gmail.com<p>O artigo estuda a participação das nações latino-americanas no Movimento dos Países Não Alinhados durante a Guerra Fria. Pergunta-se sobre as razões que levaram um significativo número de países do continente a aderir ao Movimento, a maioria deles entre 1973 e 1983. Através da análise de fontes primárias e secundárias, sete casos são examinados: Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Nicarágua, Panamá e Peru. Estabelece-se que, principalmente, as nações latino-americanas procuraram, através de sua participação no Movimento, aumentar sua autonomia e aprofundar ou completar sua soberania. Finalmente, argumenta-se que o Não Alinhamento na América Latina se relacionava mais com a longa história da descolonização do que com a conjuntural Guerra Fria.</p>2020-12-16T15:36:05-03:00Copyright (c) 2020 Germán Alburquerquehttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/35207O Plano Real visto de fora2020-12-21T13:45:44-03:00Bruno Henz Biasettobhb27@georgetown.edu<p>O presente artigo pretende analisar como as quatro mais importantes publicações econômicas do mundo (The Economist, Financial Times, New York Times e The Wall Street Journal) perceberam a implementação do Plano Real em 1994. O objetivo central do artigo é analisar a percepção anglo-americana sobre o Brasil da época, com foco nas questões políticas e econômicas do país. A análise das publicações aqui realizada compreende os anos de 1993 e 1994, com um olhar detalhado para as eleições presidenciais de 1994. A pesquisa vem a evidenciar os vícios de análise das publicações, bem como os valores anglo-saxônicos influenciam a percepção sobre a América Latina.</p>2020-12-16T18:43:15-03:00Copyright (c) 2020 Bruno Henz Biazettohttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/38411O negacionismo renovado e o ofício do Historiador2020-12-21T13:45:45-03:00Carlos Gustavo Nóbrega de Jesuscnobregadejesus@yahoo.com.brEdgar Avila Gandraedgargandra@yahoo.com.br<p>O intuito de tal artigo é entender a ampliação do conceito “negacionismo” que, nos últimos anos, não ficou restrito à contestação da existência do Holocausto, mas ampliou-se para outras áreas do saber, tanto dentro como fora da História. Diante de tal perspectiva ampla salienta-se a repercussão da narrativa negacionista no campo historiográfico, levantando-se a hipótese que a necessidade de se contrapor a tal discurso levou a um embate epistemológico dentro da disciplina, ainda no final dos anos 1990. A partir daí pretende-se averiguar como a narrativa negacionista ganhou legitimidade nos últimos dez anos por meio das redes sociais e da ascensão de políticas conservadoras, salientando a importância do papel ativo dos historiadores e de seu ofício nesse momento marcado pela necessária tomada de posição frente à disseminação de tais leituras proselitistas acerca do passado.</p> <p><strong> </strong></p>2020-12-16T14:42:28-03:00Copyright (c) 2020 Carlos Gustavo Nóbrega de Jesus, Edgar Avila Gandrahttps://revistaseletronicas.pucrs.br:443/ojs/index.php/iberoamericana/article/view/39678Avaliadores 20202020-12-21T13:45:46-03:00Tatyana de Amaral Maiaeditora.periodicos@pucrs.brLuciana Murariluciana.murari@pucrs.br<p>---</p>2020-12-18T09:38:47-03:00Copyright (c) 2020 Tatyana de Amaral Maia