O mundo dos fundos, ou quem eram os vizinhos dos engenhos de açúcar no Rio de Janeiro colonial? (freguesia de Campo Grande, Rio de Janeiro, 1777-1813)

  • Manoela Pedroza Université de Montréal
Palavras-chave: Homens livres pobres, Engenhos de açúcar, Economia escravista colonial

Resumo

O objetivo deste artigo é discernir o peso sócio-econômico de famílias de homens livres e pobres no seio de uma economia colonial, agroexportadora e escravista. Tentaremos demonstrar a importância do trabalho de sitiantes para a sobrevivência dos engenhos de açúcar cariocas, defendendo que havia uma grande diferenciação social ao redor de um engenho, mas que essa desigualdade não se desdobrava em segregação espacial.

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Biografia do Autor

Manoela Pedroza, Université de Montréal
Bacharel, Licenciada e Mestre em História, e Doutora em Ciências Sociais (UNICAMP 2008); Atualmente pós-doutoranda no departamento de História da Universidade de Montréal, Canadá.
Publicado
2010-05-28
Como Citar
Pedroza, M. (2010). O mundo dos fundos, ou quem eram os vizinhos dos engenhos de açúcar no Rio de Janeiro colonial? (freguesia de Campo Grande, Rio de Janeiro, 1777-1813). Estudos Ibero-Americanos, 35(2). https://doi.org/10.15448/1980-864X.2009.2.5589
Seção
Artigos