O relógio do Rosário anuncia A máquina do mundo: Haroldo de Campos relê Drummond

  • Diana Junkes Martha Toneto UNIFRAN
Palavras-chave: A Máquina do Mundo Repensada, Haroldo de Campos, Carlos Drummond de Andrade, Discurso poético contemporâneo, Autoria

Resumo

A partir da leitura de fragmentos do poema haroldiano A Máquina do Mundo Repensada, publicado em 2000, este artigo aproxima Drummond e Haroldo de Campos. Nesse poema, o desassossego do sujeito poético impulsiona-o a deslocamentos de uma perspectiva peculiar: a do final do milênio, marcada pela falência de utopias, pela fragmentação da subjetividade, pela desestruturação de fronteiras entre povos e lugares. Apropriando-se do que viram as retinas fatigadas do itabirano, o poeta de campos e espaços repensará seu desconcerto do mundo.

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Biografia do Autor

Diana Junkes Martha Toneto, UNIFRAN
Professora Permanente do Mestrado em Linguística da Universidade de Franca – UNIFRAN. Pesquisadora do Grupo CASA – Cadernos de Semiótica Aplicada. UNESP – Araraquara. Pesquisadora do Grupo AD – Interfaces/FFCLRP-USP.
Como Citar
Toneto, D. J. M. (2011). O relógio do Rosário anuncia A máquina do mundo: Haroldo de Campos relê Drummond. Letras De Hoje, 46(2), 13-21. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fale/article/view/9488
Seção
A Lírica Moderna: do Romantismo à Contemporaneidade