Enredos de Jorge Amado em suas navegações de cabotagem

  • Rubens Edson Alves Pereira Universidade Estadual de Feira de Santana
  • Elvya Shirley Ribeiro Pereira Universidade Estadual de Feira de Santana
Palavras-chave: Jorge Amado, Memória, Autobiografia, Ficção, História

Resumo

 

Neste trabalho, o livro Navegação de cabotagem (1992) é visto como espaço privilegiado de diálogos com o escritor Jorge Amado e sua obra, espaço ao mesmo tempo aglutinador e disseminador de experiências humanas e intelectuais, assinaladas pelos crivos do protagonismo e do testemunho, da razão e da emoção, da glória e da simplicidade na fatura de uma existência. O livro se apresenta como um caleidoscópio de saberes e vivências, memória e história, literatura e vida, arte e cultura, fato e ficção, lembrança e legado, denúncia e deleite – enfim, apontamentos para uma possível autobiografia que o autor se esquivou de escrever, escrevendo-a, porém, como processo e fragmento. Interessa-nos, sobretudo, discutir Navegação de cabotagem tendo em vista algumas implicações e/ou formulações críticas, literárias e sócio-históricas, envolvendo a trajetória artística, intelectual e política do escritor Jorge Amado.

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Como Citar
Pereira, R. E. A., & Pereira, E. S. R. (2013). Enredos de Jorge Amado em suas navegações de cabotagem. Letras De Hoje, 48(4), 501-511. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fale/article/view/15444
Seção
Autobiografia e fronteiras de leitura