Avaliação da utilização de protocolos na prevenção de úlceras por pressão

  • Rosilene Alves de Almeida UFPB
  • Rosangela Alves Almeida Bastos UFPB
  • Francisca das Chagas Alves de Almeida UFPB
  • Gutenberg Alves Pequeno UFPB
  • Josilene de Melo Buriti Vasconcelos UFPB
  • Francileide de Araújo Rodrigues UFPB
Palavras-chave: avaliação, protocolos, úlcera por pressão

Resumo

Introdução: A úlcera por pressão é um problema de saúde que repercute com elevados custos e consequências biopsicossociais sobre os portadores. Para reduzir sua incidência, protocolos de prevenção são utilizados, sendo importante enfatizar o impacto desta estratégia sobre as práticas de saúde e na qualidade de vida do paciente. Objetivo: Este artigo objetiva revisar o impacto da utilização de protocolos de prevenção de úlcera por pressão sobre sua incidência e na assistência. Materiais e Métodos: O estudo é de revisão sistemática fundamentado em publicações disponíveis em meio eletrônico. Foram selecionados 07 trabalhos, do período de 2002 a 2010, encontrados nas bases de dados Medline, Lilacs, IBECS e Cochrane, utilizando os descritores “úlcera por pressão ou úlcera de pressão ou escara de decúbito e protocolo”. Resultados: Três estudos mostraram redução da incidência de úlcera por pressão de 23 para 5%, 60 para 15%, 43 para 28%, com relato de eficácia do protocolo em 79% dos pacientes. Outros revelaram incidências de 0,2 e 2,77% após aplicação do protocolo. Incidências de 23,5 e 25,8% foram verificadas em unidades intensivas após o uso de protocolos. Ademais, a adoção de protocolos para prevenção de úlcera por pressão é uma decisão estratégica eficaz, que além de diminuir a incidência, otimiza recursos, melhora a qualidade da assistência, fortalece as práticas assistenciais. Conclusão: Os protocolos promovem impactos positivos sobre a prevenção das úlceras por pressão e a qualidade de vida das pessoas, sendo um recurso essencial para um cuidado humanizado pautado nas necessidades de saúde.

Biografia do Autor

Rosilene Alves de Almeida, UFPB
Enfermeira. Mestranda em Modelos de Decisão e Saúde da Universidade Federal da Paraíba/UFPB.
Rosangela Alves Almeida Bastos, UFPB
Enfermeira. Especialista em Enfermagem do Trabalho. Enfermeira Assistencial do Hospital São Vicente de Paulo. Mestranda em Enfermagem da UFPB.
Francisca das Chagas Alves de Almeida, UFPB
Enfermeira. Especialista em Saúde Pública. Enfermeira Assistencial do Hospital São Vicente de Paulo. Mestranda em Enfermagem da UFPB.
Gutenberg Alves Pequeno, UFPB
Enfermeiro. Especialista em Urgência, Emergência e APH em Enfermagem. Especialista em Gestão em Saúde. Mestre em Modelos de Decisão e Saúde pela UFPB. Professor Assistente I da faculdade de Ciências Médicas da Paraíba.
Josilene de Melo Buriti Vasconcelos, UFPB
Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem Fundamental pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/USP. Docente do Departamento de Enfermagem Clínica – DENC / CCS / UFPB.
Francileide de Araújo Rodrigues, UFPB
Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela UFPB. Doutoranda em Enfermagem da UFPB. Docente do Departamento de Enfermagem Clínica – DENC / CCS / UFPB.
Publicado
2012-08-27
Seção
Artigos de Revisão